Mil anos antes de Cristo, não se comprava
Nem se vendia. Então faziam-se trocas
Ainda nenhum dinheiro se utilizava
Assim era o uso e o costume da época.
Mas o homem, descontente com tal sistema
Pelas muitas rixas e zangas que causava
A pouco e pouco engendrou um novo esquema
Para evitar problemas com quem trocava
A pouco e pouco as tabuinhas apareceram
Tabuinhas onde quem vendia inscrevia
Para garantia daqueles que compravam
O artigo ou o serviço que os satisfazia.
Para substituir essas tabuinhas antigas
Anos mais tarde, um rei lançou a moeda
Primeiro em ferro depois em bronze ou em cobre
E ainda mais tarde em metal muito mais nobre
(continua)
comentários, poemas, situações e circunstâncias da vida, escrtos e da autoria do que escreve neste blog
Número total de visualizações de páginas
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
sábado, 5 de janeiro de 2013
Poema
Perturba-me viver dentro destas fatuidades
Incomodam-me todos os encontros vulgares
Afasto-me das ignorâncias, das vaidades
Por vezes, tanto não consigo desprezar.
São tormentos presentes todos os dias
Não sei se castigos que a vida me quer dar
Por algumas das minhas frequentes manias
Que aqui emprego quase sempre sem pensar
Entretanto com pesar sigo constatando
Que esta humanidade na qual fomos lançados
O oiro e o dinheiro segue idolatrando
Sem que em qualquer dia sejamos consultados
E os que mandam, tanto amando a democracia,
Gritam igualdade mas nos deixam ignorados,
Sem nos conceder um pouco da cortesia
Merecedora, por lhes seguirmos dedicados
(continua)
Incomodam-me todos os encontros vulgares
Afasto-me das ignorâncias, das vaidades
Por vezes, tanto não consigo desprezar.
São tormentos presentes todos os dias
Não sei se castigos que a vida me quer dar
Por algumas das minhas frequentes manias
Que aqui emprego quase sempre sem pensar
Entretanto com pesar sigo constatando
Que esta humanidade na qual fomos lançados
O oiro e o dinheiro segue idolatrando
Sem que em qualquer dia sejamos consultados
E os que mandam, tanto amando a democracia,
Gritam igualdade mas nos deixam ignorados,
Sem nos conceder um pouco da cortesia
Merecedora, por lhes seguirmos dedicados
(continua)
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Como se descreve um personagem
"Álvaro de Abreu da estirpe dos Abreus de Regalados, filho segundo da casa e honra de S.Gens, em Refojos de Basto, bacharel em direito, vinte e nove anos, compacto de carnes, barbaçudo, cara plebeia, esbatida nas proeminências malares, testa descantoada e pilosa até aos arcos das sobrancelhas. Anel de ouro com armas: em campo vermelho, cinco asas de ouro sanguineo nas cortaduras postas em sautor; timbre, uma asa idêntica. As mesmas armas na cigarreira de prata e nos botões dos punhos e na ametista dos berloques antigos, pendentes em "châtelaine" do cós das calças. Tinha cavalo e lacaio fardado de azul com guanições escarlates, botas de picaria com prateleira e espora amarela encorreada de branco. Era inteligente como a maioria dos bacharéis formados e talvez mais..." (De Camillo Castelo Branco em "Anátema)
Chile, um pais inovador, um exemplo
Vejam como o Chile nos ultrapassou. Aqui há uns bons tempos atràz reltatei o modo eficiente como naquele país combatem a fuga ao IVA. Uma das acções foi a da obrigatoriedade de todos os comerciantes e todas as empresas usarem ou um livro de facturas, a que chamam "boletos", quando a facturação não ultrapassa um limite, p.ex. o equivalente da sua moeda, o peso, a duzentos mil euros por ano. E para os que ultrapassam esse limite, a obrigaroriedade dum computador/máquina registadora, fornecido pelo estado chileno, pelo qual pagam um renda mensal pequena, quinze ou vinte euros em pesos. Esses computadores estão permanentemente ligados a um centro que fornece às entidades fiscalizadoras os dados necessários. Isto ligado a uma fiscalização intensa e a penalidades muito duras aos prevaricadores. E todos os comerciantes, mas todos, emitam os boletas correspondentes às vendas. Aqui em Portugal,, agora, estabeleceram a obrigatoriedade da compra de computadores semelhantes, não sei se ligados a uma central, mas cujo custo, até agora de mil e quinhentos euros, contitue um encargo pesadíssimo para os comerciantes mais modestos. E no Chile aquele sistema que atrás relatei, vigora desde os anos setenta! Quando nesse país iniciam a execução dum projecto, levam-no por diante, conseguindo, em poucos anos, atingir os objectivos pretendidos. Um exemplo, que parece-me já ter relatado, foi o da produção de azeite. Nos anos setenta do século passado, o Chile não produzia um litro de azeite. Hoje, esse país, exporta azeite!
No Chile não conheciam os pasteis de nata portugueses. Uma senhora minha conhecida e que vive lá há mais de quarenta anos, começou há um ano a fabricá-los e a vende-los em Santiago do Chile. Estou convencido que dentro de pouco tempo os exportará para outros países.
No Chile não conheciam os pasteis de nata portugueses. Uma senhora minha conhecida e que vive lá há mais de quarenta anos, começou há um ano a fabricá-los e a vende-los em Santiago do Chile. Estou convencido que dentro de pouco tempo os exportará para outros países.
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
Não sei o que esperam de mim
Nem sei se me avaliam,
Sei que sou mesmo assim
Os acasos não me importam
Embora lhes tenha respeito
Não me perturbam a vida
Sempre tiro o bom proveito
E o mal, deixo-o à partida
Porque tudo vem por sorte
E sendo assim eu não temo
Sinto-me sempre bem forte
Para enfrentar o demónio
Nem sei se me avaliam,
Sei que sou mesmo assim
Os acasos não me importam
Embora lhes tenha respeito
Não me perturbam a vida
Sempre tiro o bom proveito
E o mal, deixo-o à partida
Porque tudo vem por sorte
E sendo assim eu não temo
Sinto-me sempre bem forte
Para enfrentar o demónio
Penso que...
A leitura de toda a poesia do mundo, não faz nascer um poeta.
Há poetas que não sabem ler.
O que está escrito contem uma parte ínfima de toda a poesia.
E há poesia que não pode ser escrita, talvez que só os poetas a entendam sem a escrever.
Muitos leem poesia e não a entendem. Porque a poesia não está na letra com que se escteve.
Nem no som das palavras, com que se diz.
Tavez que só a entendam os que sabem traduzir o que não se escreve, nas linhas escritas da poesia.
E sacar de dentro delas as emoções de quem as escreveu.
Subscrever:
Mensagens (Atom)