*
A cruz - castigo ou sacrificio-; a luz - ventura ou esperança-; a temperança - o equilíbrio ou a sensatez, estão presentes no espírito, quase empre no final da meditação. A seriedade, existindo no íntimo e na confissão própria, conduz à satisfação íntima, norteia sentimentos desviados, descuidos irreflectidos. E acalma ímpetos juvenis, do sexo, da inveja.
A ambiguidade, pelo contrário, conduz ao desbarato das boas intenções, à poluição da consciência, à instabilidade do pensamento,
A escala das reacções insere-se, tem como segunda variavel, a experiência. E esta adquire-se, desde que nascemos. influenciada pelos iinstintos, incendiada pelos desejos, auxiliada pelos conhecimentos.
comentários, poemas, situações e circunstâncias da vida, escrtos e da autoria do que escreve neste blog
Número total de visualizações de páginas
domingo, 10 de dezembro de 2017
quinta-feira, 7 de dezembro de 2017
* Os nosso actos
Qualquer acto que pratiquemos ou em que tenhamos uma influência importante, pode ter como consequência maior interesse,maior amizade ou maior amor. Então estaremos caminhado para o bem. Se um acto de nossa prática, nos separa das pessoas ou separa as pessoas, criando afastamento, animosidade, desinteresse ostensivo, então estamos caminhando para o mal, provocando ressentimentos alheios ou do nosso subconsciente.
Se a consciência nos indica, com a sua rudeza natural, que estamos procedendo em desacordo com a moral e nos refugiamos na indiferença pelos seus rebates, vamos acumulando, sedimentando, remorsos, dia a dia mais frequentes, se não nos afastamos dessa indiferença e se vamos apagando esses remorsos, como se apaga a escrita a giz, num quadro. E o problema é que o tempo vai transformando essa escrita,a giz em gravado a fògo, cada vez mais escondido no presente, cada vez mais presente, do futuro.
E a prática que seguimos determinará muitas das nossas decisões.
Qualquer acto que pratiquemos ou em que tenhamos uma influência importante, pode ter como consequência maior interesse,maior amizade ou maior amor. Então estaremos caminhado para o bem. Se um acto de nossa prática, nos separa das pessoas ou separa as pessoas, criando afastamento, animosidade, desinteresse ostensivo, então estamos caminhando para o mal, provocando ressentimentos alheios ou do nosso subconsciente.
Se a consciência nos indica, com a sua rudeza natural, que estamos procedendo em desacordo com a moral e nos refugiamos na indiferença pelos seus rebates, vamos acumulando, sedimentando, remorsos, dia a dia mais frequentes, se não nos afastamos dessa indiferença e se vamos apagando esses remorsos, como se apaga a escrita a giz, num quadro. E o problema é que o tempo vai transformando essa escrita,a giz em gravado a fògo, cada vez mais escondido no presente, cada vez mais presente, do futuro.
E a prática que seguimos determinará muitas das nossas decisões.
quarta-feira, 6 de dezembro de 2017
* Leituras e meditação
Dedico alguns minutos,não muitos, todos os dias, a estudar um pouco sobre economia. Porque me interessa compreender o que dizem, na televisão e nos jornais e revistas, alguns analistas sobre a situação do nosso país e das decisões que tomam os políticos que o governam e outros que poderão vir a governar no futuro ou que o governaram no passado.
Compenso essas leituras dedicando muitos minutos mais, a escrever sobre as minhas fantasias e a ler o que muitos escreveram sobre muitas fantasias.
As primeiras elevam.-me a tensão arterial e a espiritual. As segundas, acompanhadas da devida meditação, repõem as tensões nos niveis mais convenientes.
Dedico alguns minutos,não muitos, todos os dias, a estudar um pouco sobre economia. Porque me interessa compreender o que dizem, na televisão e nos jornais e revistas, alguns analistas sobre a situação do nosso país e das decisões que tomam os políticos que o governam e outros que poderão vir a governar no futuro ou que o governaram no passado.
Compenso essas leituras dedicando muitos minutos mais, a escrever sobre as minhas fantasias e a ler o que muitos escreveram sobre muitas fantasias.
As primeiras elevam.-me a tensão arterial e a espiritual. As segundas, acompanhadas da devida meditação, repõem as tensões nos niveis mais convenientes.
terça-feira, 5 de dezembro de 2017
* Quando a tentação é grande
Qualquer animal, exceptuando a mulher e o homem, é incapaz de fazer promessas. Pode garantir certa forma de actuação, de reacção, de resposta perante determinada situação. E muitos garantem, ou sacrificam-se, se são mais fracos que o adversário, na defesa do território. Apoiam os familiares que viram nascer e que acompanharam, mas não respeitam outros, da mesma especie, que pretendem invadir os seus dominios ou molestar os seus familiares. Mas, prometer, só a mulher e o homem podem.
A mulher e o homem que fazem promessas, sempre as cumprem se nelas ou neles impera um sentido elevado de probidade, de lisura, da integridade, da prática automática da honradez pela palavra dada. Que existe em todo o caracter cuja formação foi sedimentada pela constância da rectidão de atitudes, pelo sentido real das responsabilidades assumidas, pela participação activa da consciência.
E que não se deixa subjugar pelos favores da política,
E que radica na diferença entre o ceder e o não ceder. E aceitar ou discordar com o que ouvimos dizer com frequência:" todos cedem quando a tentação é grande" .
Qualquer animal, exceptuando a mulher e o homem, é incapaz de fazer promessas. Pode garantir certa forma de actuação, de reacção, de resposta perante determinada situação. E muitos garantem, ou sacrificam-se, se são mais fracos que o adversário, na defesa do território. Apoiam os familiares que viram nascer e que acompanharam, mas não respeitam outros, da mesma especie, que pretendem invadir os seus dominios ou molestar os seus familiares. Mas, prometer, só a mulher e o homem podem.
A mulher e o homem que fazem promessas, sempre as cumprem se nelas ou neles impera um sentido elevado de probidade, de lisura, da integridade, da prática automática da honradez pela palavra dada. Que existe em todo o caracter cuja formação foi sedimentada pela constância da rectidão de atitudes, pelo sentido real das responsabilidades assumidas, pela participação activa da consciência.
E que não se deixa subjugar pelos favores da política,
E que radica na diferença entre o ceder e o não ceder. E aceitar ou discordar com o que ouvimos dizer com frequência:" todos cedem quando a tentação é grande" .
segunda-feira, 4 de dezembro de 2017
*
Nesta tebaida em que me refugiei sirvo-me do pouco genio que me assiste para engendrar solilóquios com alguns amigos, não com os que desapareceram e que aguardam, decerto impacientes, o que lhes reserva o destino. É uma crença, esta de que todos teremos uma nova vida, todos o que cremos em Deus. Porque os ateus, esses, como ouvi referir a alguns, creem que o nosso destino, de todos, é cairmos no nada. Como se fosse possivel cair numa coisa que não existe. Porque ainda não apareceu o sabio que nos defina o nada, a não ser com os chavões do costume: ora, ora, dizem-nos, o nada é nada, é coisa nenhuma, é o que está por detrás do invisivel, é a molécula da escuridão e mais outras definições prazenteiras que "nada" definem.
Mas vou sair do buraco antes que perca o almoço.
Nesta tebaida em que me refugiei sirvo-me do pouco genio que me assiste para engendrar solilóquios com alguns amigos, não com os que desapareceram e que aguardam, decerto impacientes, o que lhes reserva o destino. É uma crença, esta de que todos teremos uma nova vida, todos o que cremos em Deus. Porque os ateus, esses, como ouvi referir a alguns, creem que o nosso destino, de todos, é cairmos no nada. Como se fosse possivel cair numa coisa que não existe. Porque ainda não apareceu o sabio que nos defina o nada, a não ser com os chavões do costume: ora, ora, dizem-nos, o nada é nada, é coisa nenhuma, é o que está por detrás do invisivel, é a molécula da escuridão e mais outras definições prazenteiras que "nada" definem.
Mas vou sair do buraco antes que perca o almoço.
sábado, 2 de dezembro de 2017
*
Capital e capitalistas
Os comunistas, em Portugal continuam com a cassete do costume. Êle é o capital, êle é o grande capitalista, êle é o ataque aos direitos dos trabalhadores , as tretas do costume.
O presidente dos Estados Unidos conseguiu uma baixas consideravel nos impostos, no seu país. E lá vem a lenga-lenga do costume: uma concessão ao grande capital, uma entrega sem retorno aos grandes capitalistas, etc.. Esquecendo que a maior parte dos grandes capitalistas são empresários. Que estes lá, como cá, empregam quase tudo, por vezes tudo o que têm, na criação de novas empresas e de centenas ou milhares de postos de trabalho.
Reparem no que fez em Portugal o falecido engenheiro Belmiro de Azevedo. Começando quase do nada, apenas com a sua formação, criou dezenas de empresas e muitos milhares de postos de trabalho. E o mesmo aconteceu com muitos outros, no nosso pais.
E que acontece com estes comunistas, em Portugal? Primeiro, verdadeiramente não são comunistas. Que o comunismo é uma doutrina que se assemelha ao cristianismo. Que o comunismo não deveria, nem deverá ser semelhante ao comunismo russso do tempo de Stalin ou ao comunismo chinês do tempo do ManTse Tung, que eram ditaduras das mais duras e preversas que se possa imaginar. Desprezando o povo, desprezando os direitos do pòvo, usando a morte como o primeiro meio de incutir o medo, de reprimir a vontade de pensar, de anular qualquer forma de protesto.
E são essas ditaduras que os nossos comunistas continuam, aqui, a louvar.
Capital e capitalistas
Os comunistas, em Portugal continuam com a cassete do costume. Êle é o capital, êle é o grande capitalista, êle é o ataque aos direitos dos trabalhadores , as tretas do costume.
O presidente dos Estados Unidos conseguiu uma baixas consideravel nos impostos, no seu país. E lá vem a lenga-lenga do costume: uma concessão ao grande capital, uma entrega sem retorno aos grandes capitalistas, etc.. Esquecendo que a maior parte dos grandes capitalistas são empresários. Que estes lá, como cá, empregam quase tudo, por vezes tudo o que têm, na criação de novas empresas e de centenas ou milhares de postos de trabalho.
Reparem no que fez em Portugal o falecido engenheiro Belmiro de Azevedo. Começando quase do nada, apenas com a sua formação, criou dezenas de empresas e muitos milhares de postos de trabalho. E o mesmo aconteceu com muitos outros, no nosso pais.
E que acontece com estes comunistas, em Portugal? Primeiro, verdadeiramente não são comunistas. Que o comunismo é uma doutrina que se assemelha ao cristianismo. Que o comunismo não deveria, nem deverá ser semelhante ao comunismo russso do tempo de Stalin ou ao comunismo chinês do tempo do ManTse Tung, que eram ditaduras das mais duras e preversas que se possa imaginar. Desprezando o povo, desprezando os direitos do pòvo, usando a morte como o primeiro meio de incutir o medo, de reprimir a vontade de pensar, de anular qualquer forma de protesto.
E são essas ditaduras que os nossos comunistas continuam, aqui, a louvar.
Subscrever:
Mensagens (Atom)