* Pensar depressa
Bem, parece-me que ninguem quis responder ao problema das bolas.
A solução é: a bola, custa meio euro. A resposta rápida, dos que desconhecem a solução, é que a bola custará um euro, o conjunto então custaria, treze euros porque o taco custaria onze mais um euros e o conjunto onze mais um mais um euros, solução errada. É a solução intuitiva, um exemplo duma intuição errada. Tal como acontece em muitas situações da nossa vida, como o automatismo nos procedimentos. Como acontece quem, distraido, atravessa a rua sem reparar no automovel que ali irá passar.
A forma de evitarmos os erros da intuição ou do automatismo nos procedimentos, a solução será pensar devagar. Num caso ou noutro com recurso à memória lembrando factos ou situações semelhantes e à inteligência, anallisando e resolvendo o problema com o vagar necessário. Como faz o cozinheiro, seguindo a receita já experimentada ou encontrando nova receita, experimentando devagar.
comentários, poemas, situações e circunstâncias da vida, escrtos e da autoria do que escreve neste blog
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quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018
terça-feira, 6 de fevereiro de 2018
*Pensar depressa
Damos por vezes respostas imediatas a uma situação ínesperada, ao que nos perguntam ou para a solução dum problema que nos apresentam.Essas respostas imediatas podem estar certas, como a reacção a um som forte à nossa direita, que nos faz virar a cabeça nessa direcção ou a picada duma agulha num dedo que nos faz afastar o dedo, com rapidez; ou respondendo a uma interrogação sobre uma conta simples, como quanto é dois vezes dois. Em casos mais complicados a intuição, essa arma que se serve da memória, surge depressa, para dar a solução.
No entanto, a intuição, o pensar depressa, faz-nos errar, com frequência. Serve de exemplo o problema do taco e da bola. O conjunto do taco e da bola custa um euro e dez cêntimos. O taco custa mais um euro que a bola. Quanto custa a bola?
Damos por vezes respostas imediatas a uma situação ínesperada, ao que nos perguntam ou para a solução dum problema que nos apresentam.Essas respostas imediatas podem estar certas, como a reacção a um som forte à nossa direita, que nos faz virar a cabeça nessa direcção ou a picada duma agulha num dedo que nos faz afastar o dedo, com rapidez; ou respondendo a uma interrogação sobre uma conta simples, como quanto é dois vezes dois. Em casos mais complicados a intuição, essa arma que se serve da memória, surge depressa, para dar a solução.
No entanto, a intuição, o pensar depressa, faz-nos errar, com frequência. Serve de exemplo o problema do taco e da bola. O conjunto do taco e da bola custa um euro e dez cêntimos. O taco custa mais um euro que a bola. Quanto custa a bola?
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018
* Permitam-me que pergunte
Busco as tristezas que pagam as dívidas
Procuro as alegrias que virem a casaca da vida
Ando à cata do que nunca alcanço
Percorro labirintos sem entrada nem saida
Se dentro dos meus sonhos nada alcanço
Se ninguém me define a alegria do bom viver
Se só por acaso atinjo o que não espero
Se o labirinto da vida é uma equação
Qual foi a razão por que me depositaram aqui, na Terra ?
Busco as tristezas que pagam as dívidas
Procuro as alegrias que virem a casaca da vida
Ando à cata do que nunca alcanço
Percorro labirintos sem entrada nem saida
Se dentro dos meus sonhos nada alcanço
Se ninguém me define a alegria do bom viver
Se só por acaso atinjo o que não espero
Se o labirinto da vida é uma equação
Qual foi a razão por que me depositaram aqui, na Terra ?
sábado, 3 de fevereiro de 2018
* Sobre o futuro século XXXI
Escreverei um livro sobre o,futuro século XXXI, do qual tenho publicado algo que imaginei para esse livro. Aguardei pacientemente alguns comentários ou algumas achegas sobre essa fantasia, que não surgiram. Não creio que todos os que lêem o que aqui e no FB pespego, sejam tímidos, preguiçosos, incapazes de uma opinião, um protesto ou um conselho. De forma um pouco política, esperando protestos, direi-vos que passarei a guadar na gaveta os próximos escrito sobre o mesmo tema, reservando, os que me forem surgindo na imaginação, para esse livro, a editar talvez dentro de dois ou três anos, se outros não ocuparem o seu lugar na fila. Mas, como sempre, os meus agradecimentos aos que lêem as minhas mensagens.
"A vida é curta, curta a memória dos homens e sem razâo toda a fonte de preocupações".
Escreverei um livro sobre o,futuro século XXXI, do qual tenho publicado algo que imaginei para esse livro. Aguardei pacientemente alguns comentários ou algumas achegas sobre essa fantasia, que não surgiram. Não creio que todos os que lêem o que aqui e no FB pespego, sejam tímidos, preguiçosos, incapazes de uma opinião, um protesto ou um conselho. De forma um pouco política, esperando protestos, direi-vos que passarei a guadar na gaveta os próximos escrito sobre o mesmo tema, reservando, os que me forem surgindo na imaginação, para esse livro, a editar talvez dentro de dois ou três anos, se outros não ocuparem o seu lugar na fila. Mas, como sempre, os meus agradecimentos aos que lêem as minhas mensagens.
"A vida é curta, curta a memória dos homens e sem razâo toda a fonte de preocupações".
sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018
* No ano três mil e dezoito
Ainda na educação: os alunos, desde os três anos até ao último da universidade, nunca serão privados da sua liberdade. A formação que todos os pais lhes dão, cedo os induz a apreciar as aulas, constituindo estas , quase sempre, uma ocupação divertida e ambicionada. E os tempos, que antigamente se chamavam férias, sem a obrigação das aulas, há muito que se eliminou nos nossos programas de ensino neste,século trinta e um.
Agora o ensino´divide-se em básico, intermédio e universitário. Nalguns dos séculos passados existiam anos obrigatórios de escolaridade, bem como, segundo apuramos nos arquivos de há oito e nove séculos, ainda havia analfabetismo, muito elevado em muitos paises. Hoje, neste ano três mil e dezoito, na Terra não existe tal anátema. Ninguém deixa de tirar o ensino básico, o universitário geral e o universitário profissional. Êste último e sempre escolhida por todos, durante o universitário geral, onde todos melhoram a sua cultura geral em todos os domínios do saber.
Ainda na educação: os alunos, desde os três anos até ao último da universidade, nunca serão privados da sua liberdade. A formação que todos os pais lhes dão, cedo os induz a apreciar as aulas, constituindo estas , quase sempre, uma ocupação divertida e ambicionada. E os tempos, que antigamente se chamavam férias, sem a obrigação das aulas, há muito que se eliminou nos nossos programas de ensino neste,século trinta e um.
Agora o ensino´divide-se em básico, intermédio e universitário. Nalguns dos séculos passados existiam anos obrigatórios de escolaridade, bem como, segundo apuramos nos arquivos de há oito e nove séculos, ainda havia analfabetismo, muito elevado em muitos paises. Hoje, neste ano três mil e dezoito, na Terra não existe tal anátema. Ninguém deixa de tirar o ensino básico, o universitário geral e o universitário profissional. Êste último e sempre escolhida por todos, durante o universitário geral, onde todos melhoram a sua cultura geral em todos os domínios do saber.
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018
* No ano três mil e dezoito
A educação, neste século trinta e um, abandonou as arcaicas salas de aula, passou a ser, desde os três anos de idade dos alunos, ao ar livre ou em grandes recintos fechados se as condições atmosféricas, a tanto obrigam. Os mestres aproveitam tudo o que existe à volta do local onde se encontram, sempre diferente do do dia anterior, para conversar sobre o que todos observam, interrogando-os, onvindo os seus comentários, provocando perguntas, despertando os mais distraidos, louvando as boas perguntas e respostas, relacionando o que vêem com o que viram em dias anteriores, constituido grupos de interesse. Mas sempre sem críticas relativas à ignorãncia dos presentes mas com esclarecimentos precisos.
Todos os alunos estarão munidos dum computador simples, leve e portátil. As aulas decorrem sempre num ritmo de acordo com a idade dos alunos e o computador do professor vai sempre registando as anotações de todos dando a este,após a aula,de tempo nunca superior a uma hora, uma súmula com estatística, das anotações de todos.
Nessa idade dos três anos, também se iniciarão aulas práticas, nos domínios da matemática, das ciencias naturais, da geografia e doutros ramos da ciência.
A educação, neste século trinta e um, abandonou as arcaicas salas de aula, passou a ser, desde os três anos de idade dos alunos, ao ar livre ou em grandes recintos fechados se as condições atmosféricas, a tanto obrigam. Os mestres aproveitam tudo o que existe à volta do local onde se encontram, sempre diferente do do dia anterior, para conversar sobre o que todos observam, interrogando-os, onvindo os seus comentários, provocando perguntas, despertando os mais distraidos, louvando as boas perguntas e respostas, relacionando o que vêem com o que viram em dias anteriores, constituido grupos de interesse. Mas sempre sem críticas relativas à ignorãncia dos presentes mas com esclarecimentos precisos.
Todos os alunos estarão munidos dum computador simples, leve e portátil. As aulas decorrem sempre num ritmo de acordo com a idade dos alunos e o computador do professor vai sempre registando as anotações de todos dando a este,após a aula,de tempo nunca superior a uma hora, uma súmula com estatística, das anotações de todos.
Nessa idade dos três anos, também se iniciarão aulas práticas, nos domínios da matemática, das ciencias naturais, da geografia e doutros ramos da ciência.
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