comentários, poemas, situações e circunstâncias da vida, escrtos e da autoria do que escreve neste blog
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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Poema "Vida" - X
X
Se a família bem a pode educar,
Tendo no seu lar amor e carinho,
Sempre bons exemplos lhe pode dar
Indicando-lhe sempre o bom caminho,
Nunca deixando o mal se aproximar,
Muito melhorando o seu bom alinho,
Sabendo distinguir as ilusões,
E resistir melhor às tentações.
Se a família bem a pode educar,
Tendo no seu lar amor e carinho,
Sempre bons exemplos lhe pode dar
Indicando-lhe sempre o bom caminho,
Nunca deixando o mal se aproximar,
Muito melhorando o seu bom alinho,
Sabendo distinguir as ilusões,
E resistir melhor às tentações.
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
Poema "Vida" - IX
IX
Passo a passo, começando a sentir
O agradável que lhe dá a sua vida,
Bem pouco sentindo as contrariedades,
Começando a pensar no seu porvir,
Ouvindo os conselhos de com quem lida,
Observando e bem sofrendo as maldades
Seus anos passam quase sem sentir
Tudo o que na vida tem de cumprir
Passo a passo, começando a sentir
O agradável que lhe dá a sua vida,
Bem pouco sentindo as contrariedades,
Começando a pensar no seu porvir,
Ouvindo os conselhos de com quem lida,
Observando e bem sofrendo as maldades
Seus anos passam quase sem sentir
Tudo o que na vida tem de cumprir
Obter um diploma dum curso liceal no nosso país ou em qualquer outro, não significa, em nossa opinião, que temos bons conhecimentos ou alguma sabedoria. Tal como a visita a um museu e passar pelas suas salas, não significa que conhecemos com alguma profundidade os quadros e as peças que ali se encontram expostos.
Poema "Vda" - VIII
VIII
Crescendo a criança, na juventude
Em tudo quanto vê, maravilhada,
Os seus pais vão-lhe ensinando a virtude,
Aprende o que é sofrer quando enganada,
A ser amável, indiferente ou rude,
A escutar contos da história passada,
A apreciar a beleza e a forma,
Tendo o rigor e o simples como norma
Crescendo a criança, na juventude
Em tudo quanto vê, maravilhada,
Os seus pais vão-lhe ensinando a virtude,
Aprende o que é sofrer quando enganada,
A ser amável, indiferente ou rude,
A escutar contos da história passada,
A apreciar a beleza e a forma,
Tendo o rigor e o simples como norma
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Profissões dos meus antepassados+
Continuando com o que poderá interessar aos meus descendentes.
A minha bisavó materna, Josefa, mãe da minha avó materna Carolina, que conheci teria os meus sete anos, sentada numa cadeira de verga filha dum senhor de grandes bigodes, cuidava da sua casa e dos seus cinco filhos. O meu bisavô, marido dela, não o conheci apenas sei que era engenheiro civil em Évora antes de vir morar para Lagoa, aqui no Algarve. E dos meus trisavôs apenas sei do que era pai do meu avô Ludovico, (pai do meu Pai) e que terminou os seus dias em Diu, onde foi chefe de repartição das finanças e de nome Vicente Paula de Quadros.
E de mais antepassadois: vi um quadro com o retrato a óleo, em Mormugão, dum senhor Castro, segundo me contaram lá, um dos meus sessenta e quatro pentavôs.
E também tenho notícia, proveniente dos arquivos da Torre do Tombo, que um meu antepassado foi enforcado em Sevilha.
Para que não se envaideçam os meus descendentes com os bons pergaminhos dos Quadros. Buscando e esquadrinhando bem, acabamos sempre por encontrar antepassados que foram cavalheiros pouco recomendáveis, pouco exemplares.
A minha bisavó materna, Josefa, mãe da minha avó materna Carolina, que conheci teria os meus sete anos, sentada numa cadeira de verga filha dum senhor de grandes bigodes, cuidava da sua casa e dos seus cinco filhos. O meu bisavô, marido dela, não o conheci apenas sei que era engenheiro civil em Évora antes de vir morar para Lagoa, aqui no Algarve. E dos meus trisavôs apenas sei do que era pai do meu avô Ludovico, (pai do meu Pai) e que terminou os seus dias em Diu, onde foi chefe de repartição das finanças e de nome Vicente Paula de Quadros.
E de mais antepassadois: vi um quadro com o retrato a óleo, em Mormugão, dum senhor Castro, segundo me contaram lá, um dos meus sessenta e quatro pentavôs.
E também tenho notícia, proveniente dos arquivos da Torre do Tombo, que um meu antepassado foi enforcado em Sevilha.
Para que não se envaideçam os meus descendentes com os bons pergaminhos dos Quadros. Buscando e esquadrinhando bem, acabamos sempre por encontrar antepassados que foram cavalheiros pouco recomendáveis, pouco exemplares.
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