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segunda-feira, 31 de outubro de 2016

E afinal
   Afinal em que ficamos? Gostam mais de ser milionários como eu me sinto ou da outra forma, a materialista? Vá sejam sinceros, digam, não venham com a treta do costume, que o dinheiro faz a felicidade, não podemos viver sem ele, etc.. E se pudéssemos um dia estar noutro sistema, sem os males que este vem causando desde que existe? Pensem que um dia vos poderá acontecer o mesmo que àqueles que trabalharam durante dezenas de anos e, de repente, ficam sem nada, sem esperança, sem meios de remediar esse mal, sujeitos a pequenas esmolas. E refiro ainda: vendo que os responsáveis, repimpadamente sentados nas suas cadeiras , usufruindo uns míseros cinco ou mais milhares de euros mensais, nem teem responsabilidade alguma no que permitiram e só acrescentam politiquices aos seus méritos.


domingo, 30 de outubro de 2016


As mágoas que esta vida me tem dado
Ao ver tanta miséria neste mundo
Admiro a sorte que me entregaram,
Os prazeres na lembrança conservando
Se virtudes possuo não as sentindo,
Os defeitos sempre me  lembrando.
Que devo viver sem compensações
.

Não sou traficante de maldades,
Tenho santos de paredes meias,
Não me importa a minha idade.
Abro portas, busco fantasias,
Parto tetos, encontro realidades.
E perturbando o o meu dia a dia,
Rôo as unhas sentindo tanta saudade.














Vou passeando
. Pela estrada da vida, pelo calor dos teus afagos, pela ternura dos teus carinhos.
VouVou andando, seduzindo-me pelas flores, pasmado com a luz, encantado com as brisas.
Vou voando, nas asas da esperança, seduzido ao teu amor, no ceu da minha paixão
Vou percorrendo alguns passos do passado, pisando firme os mistérios, tomando o rumo desse encanto.

sexta-feira, 28 de outubro de 2016




Ainda nenhum distinto economista me explicou com argumentos válidos porque é que a deflação ou a estagnação dos preços, é prejudicial.A deflação é a estagnação ou a diminuição dos preços de tudo o que compramos, em particular daquilo que não podemos deixar de adquirir para viver em condições razoáveis de decência. É do agrado de todos

os que têm fracos rendimentos, em particular dos pobres e dos mais pobres. Ou seja: pelo menos no nosso país, em Portugal, a maioria da população. Então que palhaçada de democracia é esta que não respeita os desejos da maioria?

A deflação não agrada, sobretudo aos bancos e aos agiotas: provoca baixa dos juros.

Visita do PR a Cuba

O presidente da republica visitou Cuba
Em viagem oficial o senhor presidente da nossa republica visitou Cuba.
Respeitando a instituição participou activamente no  folclore local, cantando e batendo palmas perante um grupo de baile . E visitou Fidel de Castro que se faz substituir pelo seu irmão para continuar a ditadura.
       O senhor presidente da republica de Portugal regressando, declarou que a visita foi um sucesso.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016



Ando à procura de mim. fugi por entre a multidão dos sonhos e das fantasias que me fazem cócegas na esperança, na minha presunção, não aquela que acompanha a água benta saída da fonte da desconfiança mas a outra, a que emana da saudade.  
Porém, qualquer procura pressupõe uma necessidade. Acontece com muitas coisas como acontece com o ar: quando escasseia, quando nos falta, passamos a buscá-lo com ânsia. E acontece que muitos de nós não sentimos outro muito que temos à nossa amor disposição e que não sentimos porque não escasseia, nem nos falta. Acontece p.ex. com o que alguém nos dedica : mais sentimos a sua ausência quando desaparece ou se dilui com a distância.














A violência da palavra, acompanhada pelo alarido e pela maledicência, é a ferramenta que um mau político emprega, convencido que o público é o que aprecia.

A hipocrisia oculta na suavidade da palavra, vem ocupando lugar à volta do conhecimento, que deverá ser um núcleo do saber e da sabedoria. Impedirá que este se enriqueça.

São duas ferramentas intelectuais, a violência da palavra e a hipocrisia, entre muitas, que muitos utilizam para atingir objectivos menos dignos, menos cavalheirescos, impróprios dos que pretendem singrar no caminho da verdade.

Não me debruçarei sobre as ferramentas que se destinam a suavizar ou a efectuar qualquer trabalho, são do conhecimento geral. Tem aqui mais importância as que são intelectuais ou que se destinam ao intelecto e que não são de ferro ou de qualquer outro material, empregam os recursos da mente em ideias , em objectivos do intelecto para atingir conclusões que emanem do raciocínio. A memória é a ferramenta mais importante, aplicada na utilização das ferramentas de diversas profissões – o martelo, a bigorna, a foice, etc., mas também muito contribuindo para as aplicações intelectuais da mente. A imaginação, a criatividade, e a sabedoria, entre muitas outras, são ferramentas imprescindíveis para o bom artesão das coisas do espírito A bondade e a maldade são utensílios da mente que definem e caracterizam o carácter do utilizador.

A manifestação duma virtude ou dum defeito, pelos actos, não pela palavra, são ferramentas subjectivas que de igual forma definem carácteres e tendências.

E pouco se faz, quase nada se consegue sem a utilização de todas.