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terça-feira, 31 de julho de 2018

+ DESPERTEMO5
      Há poucos anos o rendimento dos portugueses era de 84% da media europeia. Hoje está por cerca de 78%...-Conforme noticiaram os jornais a economia irlandesa cresceu mais de oito por cento, os países do centro da Eutopa,  Checoslavaquia e, Eslovenia crescerem seis por cento e as republicas bálticas crescerem entre cinco e seis por cento;  cá; por Portugal seguimos em um por cento- Asso, cada vez . cada ano nos atrasamos mais.
      E o professor Nuno Garoupa declarou que não existe, por cá por Potugal, nenhum milagre económico, é tudo propaganda governamental - a dívida oficial do Estado Portugues continua a crescer, passando dos trezentos mil milhões de euros. Que os nossos filhos, netos e bisnetos terão de pagar com língua de palmo, talvez durante cem anos ou mais, se os credores assim estiverem dispostos, como a dívida do Ultimato, contraída em fins do século dezanove e acabada de pagar em meados do século passado.

domingo, 29 de julho de 2018

* Despertem
    Gemte da minha terra, juventude de Portugal,  homens de vinte , trinata e mais anos, despertem! Que não seja necessário recorrer àa mulheres e aos homens de noventa e cinco anos - a idade do Lidador - ou mais para modificar esta estado a que o governo nos vai levando, cuidando apenas de conservar a fama de boa política mas abandonando o país à sua sorte.
    Reparem, entre muitas outras coisas em que  nos estão metendo os nossos governantes: a dívida do Estado Português já vai em mais de trezentos mil milhões de euros que os nossos filhos e netos terão de pagar enquanto estes governantes vão dizendo " depois logo se verá".
    E, alem da dívida colossal, o estado da saúde, da educação e da justiça, é calamitoso.
    Leiam o que escreve Henrique Neto. lembrem-se do que dizia Medina Carreira.

sexta-feira, 27 de julho de 2018

* Despertar
      E a vida, para quem pensa e quem queira, é um contínuo despertar

quinta-feira, 26 de julho de 2018

*  Mais vivendo
     Mas há mais, vivendo.
     Quando a vida  começa, no momento ainda não determinado, nem ainda aceite e definido, ainda na barriga da mâe, a vida, segundo me parece, começa quando os sentidos começam a actuar..E quando nasce, o novo ser depara, cá fora,  com os sons, com as visões mais ou menos nebulosas, com as palmadas vlássicas, violentas que lhe provocam a única reacção nova que surge, o chôro.
       Só depois, a pouco e pouco, a mente reage, junta o que suporta dos sentidos, sente os sons que emite, repara nas faces que mais lhe surgem. E começa, vaguei no mar do pensamento, ténue, muito ténue de inicio, agita os braços e as pernas, sente a fome, sacia-se, perde o conhecimento no sono.. E a vida acontece.

quarta-feira, 25 de julho de 2018

*  Vivendo
     Em cada dia, em cada momento a nossa vida está dependendo das circunstâncias, do tempo, do lugar, da companhia, do ruido e do que se passa à nossa volta, das consequências do que fizemos anteriormente - se nesse momento não estamos inertes, apáticos, absortos e caídos no nada,   ,Tudo isso influindo no que nós decidimos nesse momento, da decisão que tomamos e que portanto resultará no nosso futuro imediato.
     Mesmo na meditação profunda, transcendental,, em que só existe uma circunstância, um foco da nossa mente,, seja a vela, seja um objecto seja um assunto do pensamento, mesmo na meditação estamos vivendo, estamos provando que vivemos..

segunda-feira, 23 de julho de 2018

* Assim vamos
      A próxima reunião do conselho de ministros deveria ter lugar na sala de espera das urgências dum hospital oficial. Todos pediriam uma senha de acordo com as mazelas que sentirião, a nenhum seria facultada uma máscara protectora e a sala encontrava-se quase cheia quando o governo ali chegasse, Sem ar condicionado, dez horas da manhã, hora da chegada dos costumados mais retardatários,. porta para o exterior fechada, para não incomodar os que mais tossiam, espirravam e se assoavam. O ministro da economia sussurrava para o da saúde :
    - O colega deveria pòr cobro a isto, melhorar estes serviços
    - E o colega deveria restituir ao meu ministério as verbas cativadas - respondeu o ministro da saúde, num sussurro audível no fim da sala
    - Não posso, colega, repare, não há dinheiro para tudo - retorquiu o da economia, sibilando, quase tapando a boca. .

domingo, 22 de julho de 2018

O drama das finanças deste nosso governo

   Que falta nos  faz o doutor Medina Carreira. Talvez que se ainda por cá andasse levantaria algumas ondas purificadoras, saneadoras.
    Diria  por exemplo que a dívida do estado português, que o governo insiste em esquecer ou referir com números suspeitos, cobra na actualidade entre  dezassete mil quinhentos e vinte e um mil milhões de euros por ano, de juros da ´dívida de Portugal, do Estado português.. E com os reflexos na saúde, na educação.
   Quando surgirá  a onde de indignação, de revolta ?