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segunda-feira, 18 de maio de 2015


· As outras profissões ainda não universitárias
 
 O desprezo pelas profissões ditas não liberais, pedreiro, carpinteiro, electricista, etc. tem causado em Portugal um prejuízo enorme. Em minha opinião, o que parecerá uma heresia para muitos, a universidade deveria estabelecer cursos superiores dessas profissões. Senão, vejamos. Um carpinteiro dever ter bases de matemática, botânica, economia, defesa do ambiente e outras. Perguntem a um carpinteiro , salvo honrosas escepções, o que conhece sobre arboricultura, sobre a arte de tratar as madeiras, sobre a árvore e os cuidados ambientais que deverá conhecer para a defesa da árvore, etc.. Um bom carpinteiro não é só o que sabe arranjar uma janela que fecha mal, que emperra ou que está empenada. Se pensarmos um pouco veremos que é o que sabe muito mais.
Não passarão muitos anos até que dedicamos a essas profissões o que elas merecem.


domingo, 17 de maio de 2015

    Só quem amou poderá descobrir a equação do amor.

quinta-feira, 14 de maio de 2015

O meu terceiro livro

O meu terceiro livro está impresso, pronto a enviar a que, pretender adquiri-lo. Posso remete-lo , à cobrança, por dez euros, com porte pago, para qualquer ponto do nosso planeta-
É um novo conjunto de pensamentos, versos e contos curtos.
Como o anterior, segundo críticas recebidas, fácil, próprio e perfeitamente digno de ser lido em qualquer ponto da vossa casa, da vossa aldeia, do vosso país,     

domingo, 10 de maio de 2015

Se isso é viver

        Pasmo da facilidade, do à-vontade, da indiferença que muitos e muitas aparentam quando se cruzam comigo. Raro vejo nos seus semblantes algum sinal de sentimentos, alguma manifestação do seu estado de espírito, ou reacção ao ambiente que os rodeia. Sinto quase sempre vontade de interromper aquela apatia, de provocar um reflexo de vida, de conhecer as causas dessa indiferença perante as suas vidas.
         A palmeirinha lá em baixo, ao nascer do dia, apresenta-se em geral, tristonha, com um aspecto da sonolência em fase de despertar. E quando o sol e a brisa  a acorda por completo, manifesta a sua alegria no brilho da cor verde, muito viva e no agitar contente e pressuroso das suas folhas. Como qualquer planta ou árvore, reage perante o que a vida lhe concede.
           Os humanos, com frequência, não. Persignam-se perante Deus por temor.
           Resignam-se a viver, por inércia.   
   

Sei


Sei o que é nos encontrarmos noutra dimensão. Ou, por outras palavras, o que é sentirmos um afago do nosso Criador.. Ou ainda, aquilo que exprimimos, num comum dizer por "sentirmos-nos transportados nas alturas". Quando somos, por exemplo, contemplados com uma mensagem carinhosa duma neta que vive a catorze mil quilómetros de distância.
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segunda-feira, 4 de maio de 2015

A economia que nos interessa, que nos afecta

De toda esta barafunda da economia que nos interessa,  a das finanças do nosso país, salientemos:
    1- Falhanço dos modelos e das previsões da evolução da economia.
    2- A futilidade dos chamados multiplicadores. Que mais parecem divisores ou diminuitivos .
    3- A mudança, a dança das ideias.
    4- A estagnação económica e a análise deficiente desta.
    5- O envelhecimento da população do nosso país.
    6- O desemprego, em nivel  decrescente mas de muito lenta diminuição..
    7- Os custos com o atendimento social - na saúde, desemprego, educação, reformas.
    8- A contínua ocultação da situação económica do país, referindo apenas aquilo que vai melhorando lentamente.
    9- As medidas para melhorar a situação, a curto , medio e longo prazo complementadas com os custos reais.
     10 - O alheamento da maioria da população sobre a economia. Somente apresentada em termos incompreensíveis para essa maioria.        

domingo, 3 de maio de 2015

A corda sem a fateixa

        Nestes últimos dias, desde o trinta de Abril, tenho andado bastante à deriva, no que diz respeito a pensar e a passar para o computador  uma mensagem, o que sinto, o que me passa pelo espírito, o que especulo sobre a vida, o que a vida especula sobre mim, o que me remexe comigo, o que me perturba minuto a minuto. Remorsos alguns, tristezas vagas, preocupações inúteis. "Sem proveito toda a fonte de preocupações" diz uma sentença antiga, dum filósofo cujo nome esqueci agora.
       O que se esquece agora é mais importante que o que não se esqueceu, tem mais relevo na alma que a "fonte de preocupações", atira à consciência maior peso, altera o nosso rumo noutro sentido?
       Esta biblioteca, a nossa memória, ora aumenta, ora diminui, Ora se engrandece com algum saber adquirido com  a experiência, ora se enriquece com a curiosidade que possuí8mos, ora se especializa pelo acaso que nos concede uma paisagem desconhecida, ora se empobrece pela indiferença e pelo desprezo mais ou menos voluntário de algum conhecimento adquirido. A reunião dos meus neurónios nos conjuntos de ideias, novas ou antigas, segue correctamente desorganizada.
      Na realidade, bem me parece que terei de lançar já a fateixa ao mar para me situar no ponto desejado.
      Mas encontrei a corda, custa-me encontrar a ancora.