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sexta-feira, 26 de maio de 2017

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             Bizarrias ou contributos para a historia da estupidez humana ou teste de inteligência:
      - Nunca tomo o segundo copo(ou banho, ou vinho, ou avião) antes do primeiro.
      - Saio sempre para a rua sem abrir a porta.
      - Nunca consigo descobrir o que já foi encontrado.
      - Na minha dieta (para emagrecer) como de tudo. Estou pensando o que deveri comer na minha dieta para deixar-me de dietas.
      - Continuarei escrevendo apagando anunca s folhas escritas. Daantes dava-me um trabalhão, agora basta-me um clic nesta maquineta, ou que ela se zangue comigo. Por isso, enquanto escrevo, conservo sempre o sorriso aberto, franco, sincero, as pontas das minhas rugas de expressão voltadas para cima.
      - A minha sombra   tem asas, nunca é em tecnicolor, nunca me obedeceu, é independente como uma criança que os pais respeitam.
             E fora das bizarrias:
      - Daqui a mil anos gostarei de me encontrar.                

terça-feira, 23 de maio de 2017

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      Pouco me importa que os meus livros sofram de poucos leitores. Aliás as  suas edições - exceptuando a do " Sonho de sorte"(que me custou os olhonouts, o nariz e a face da cara) de poucas  dezenas de exemplares oferecidos para ornamentação, com as suas lombadas modestas, das prateleiras de amigos e familiares, todas, incluindo a que me custou os olhos da cara , etc.,foram pagas com o sacrificio dos cobtes da minha magra reforma. Ficarei muito mais contente se souber que uma neta, um neto ou uma bisneta ou um bisneto meu um dia exclame:
       -   Vi um livro do bisavô na prateleira do armário, cou começar a lê-lo.
    E igualmente contente ficaria se soubesse que alguma ideia, conselho., proposta contidas num deles, fosse aceite, propagada e utilizada.
    Quantos bi ou triliões de livros, escritos, não esquecendo catálogos, panfletos, prospectos, não surgiram no mundo depois de Gutenlberg lançar a imprensa, ou conservados  noutras formas de perpetuar a palavra, quanto tudo isso foi esquecido e deaproveitado para a felecidade do homem e da mulher, para a suavização dos instintos indesejáveis, para conselho da juventude, para inspiração das gerações actuais e futuras da espécie humana?
     A investigação, tantos passos gigantes percorrendo no último século e no que  decorre, decerto se debruçará sobre o meio de consercvar, do modo mais eficaz, tudo o que a mente humana vai descobrindo e oferecendo para o bem de todos, descobrindo a forma de evitar e anular os maiores males que assolam a humanidade.

domingo, 21 de maio de 2017

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        Quem escreve, gosta, ama, por vezes adora os personagens que cria, estasia-se com as paisagens que inventa ou descreve, entusuasma-se com as situações que engendra. sEmbora por vezes sofra, se torture, se impaciente por não encontrar os termos mais apropriados, as expressões mais completas, as solucões mais adequadas, acimade tudo terá que se sentir insatisfeito com o que pespegue no texto.Preocupa-o a exactidão da forma, o interesse do conteúdo, o alcance das ideias. Encontra soluções para rudo, altera vidas, azeda caracteres, salva os herois, castiga os traidores, condena os malandros - como quase  sempre acontece nas novelas, nas representações teatrais, nos filmes de acção.
       Mas a habilidade, o talento maior, a argúcia mais contundente do autor dum livro, duma peça de teatro, do argumento dum filme, define-se pela intensidade que o leitores ou os espectadores entram na trama que o autor engendrou . O que se reflecte mos comentári os que ouvimos à saida dos teatros, dos cinemas ou, em casa, no fim do episódio da  telenovela.
      O autor é soberano, por vezes sente-se Deus, tem poder absoluto sobre os personagens, sobre tudo o que vai escrevendo, exaltanso os bons, a bondade, a liberdade, condenando os maus,  a malvadez, o despotismo.
      Ou ao contrário. Como lhe apetecer. e mais lhe agradar.

sábado, 20 de maio de 2017

*    Falar de assuntos do espírito poderá parecer presunção - presunção e água benta...- veleidades de quem escreve, ou até alguma estultícia.. Por mim mais não que a continuação dos desejos e razão porque escrevo o que escrevo neste meu blog. Na esperança, talvez vã de que conversem comigo os que leem o que escrevo, critiquem, comentem, opinem. Alguns dirão - para quê? outros pensarão -  não estou para chatices; outros ainda, com maior ou menor razão: tenho mais que fazer..
   Porém, muita coisa que existe no mindo nasceu da controversia , da discussao, da curiosidade.- e esta, depois de nascermos, é inata. Se for apoiada e incentivada desde que um ser humano é lançado neste mundo,contribuirá para que esse ser evolua com maior rapidez, que a sua memória seja mais e melhor enriquecida. E se a curiosidade da criança for contrariada - quantas vezes vemos proibida - o efeito é negarivo, nefasto, prejudicial para o jovem com profundos reflexos no seu futuro.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Viver bem

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       Viver bem significa forma de viver diferente, para quase toda a gentel.Três grandes grupos: os que apreciam mais os assunto do espítito, os que pendem mais, nos gostos da carne e o grupo final, talvez o mais numeroso os que tanto lhes faz, os que não apreciam nem umas coisas nem as outras.
       Estes últimos. São os que costumam dizer "o que vem à rede é peixe". Mas se a rede lhes traz uma bota, um limo ou um plástico, ficam indiferentes. Apreciam os gostos da carne apenas quando têm fome,  Os gostos do espírito limitam-se à apreciação do dia e da noite, do dormir e do acordar, do escutar a conversa superficial doutros, louvando os prazeres do corpo, satisfazendo a vaidade própria, contando anedotas que não impliquem algum raciocínio.. Em  resumo, como se costuma dizer, não são peixe nem carne, tanlo se lhes dá, desde que não o obriguem à dor física ou ao esforço mental.São seres apáticos, pou ou nada passam da média em tudo.
      Os que apreciam mais os gostos da carne, vivem submeridos à materia, aos materias, aos produtos. Um exemplo marcantte o de um tio meu que passou anos de vida a desmontar e montar automóveis, acordava, passava as refeiçoes e sonhava com os parfusos que sobravam nas   montagens do carro que desmontara, moía o juizo de forma infrene do trabalhador que o auxiliava, dizia que era mais importante saber desmontar qualque coisa, que saber ler e escrever..
      E há os que apreciam mais as coisas do espírito.
      E, como em quase tudo na vida, a virtude está no equilíbrio.

terça-feira, 16 de maio de 2017

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     Com frequencia ouço dizer ou leio num escrito que representar é dificil. É.È dificil quando não é natural. quando um individuo, em momentos da sua vida, não faz de conta. não finge, não toma atitudes, não exibe gestos  ou diz frases de circonstância. Nesses momentos quase todos somos actores, melhores ou piores de acordo com a prática. O indivícuo frequentador de enterros ou das casa mortuárias, ou que encontrado outro de luto, em segundos afivela, exibe um ar conpungido, profere as costumados frases "os meus pêsames", "sinto muito", "uma grande perda", etc..
      No entanto, é-nos  muito mais dificil não ouvir a consciência quando representamos, quando não somos sinceros, quando somos hipócritas, ainda que a repetição, tornando-se  um vício, suavize o que ela nos acusa.Então, encontramos argumentos que justificam a hopcrisia como a recusa a um pobre a justificamos dizendo que não damos dinheiro para vinho, como algumas mentiras se justificam com a piedade.
      O nosso corpo é que quase não mente.Reage sempre, ainda que tarde, muitas vezes, prejudicando-se.  

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Renovar, segguindo o programa  
Na casa de banho conservo desde há uns meses uma orquidea. Ali chegou com cinco folhas carnudas e até hoje vem gozando da humidade que ali .impera todos os dias. Criou mais duas folhas, apenas lhe deito no vaso, cheio de matéria inerte, à noite, meio copo de água, deixando escorrer a água que sai pelo fundo esburacado do vaso. Ainda não descobri do que se alimenta, dado que as raizes, cada vez mais abundantes brevemente, logo que a  temperatura ambiente suba o suficiente, emitirão um ou dois talos com flores.
       Um colega meu, já falecido, o Bento Nascimento, injustamente saneado após o 25 de Abril, niunca sendo nem fazendo algo na política, descobriu e registou várias orquideas na zona a norte de Sagres e referindo-se às orquídeas, disse-me que não se sabia - e  julgo que hoje ainda não se sabe - qual a longevidade dessa planta, mas que havia indícios de que é espécie que vive muitas dezenas de anos.
      Pensando na maravilha que representa a vida das orquídeas - sem adubos, vivendo e crescendo apenas com o recurso do ar, da água e da luz, comecei a matutar sobre a nossa vida, a dos seres humanos.
     As orquídeas e todas as plantas, têm um programa de vida que seguem rigorosamente, como todos os seres. Até as pedras é provável que o tenham. As plantas renovam-se, emitem raizes novas, folhas novas, flores e sementes, de acordo com o seu programa de vida..
    A espécie humana também tem um programa inserido no seu ADN, tem vida limitada, a sua reprodição cedo termina, muito antes de acabar a sua vida. Será que poderemos propongar, renovar essa função da reprodução para àlém dos quarente ou cinquenta anos de idade. ? Penso que sim.
   Amanhã continuo.