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domingo, 29 de maio de 2016

vejo os presente passado fututo, os ppf

Consigo ver o presente, rever o passado, auscultar o futuro. Mas sem ver o passado que foi presente, situando-me no presente que foi futuro, aguardando um momento para encarar os ppf, que ficam mais resumidos que qualquer sumário, que desprezam o tempo porque estão lá fora, aguardando que passe. E penso no futuro, se será presente ou passado. A magia do tempo

terça-feira, 24 de maio de 2016

Esta maquineta

Esta maquineta esteve de relações coradas comigo alguns dias. Finalmente dignou-se enviar-me uma mensagem que pôs tudo no certo.O defeito deve ser meu, o material tem sempre razão, um homem não é de ferro nem regula a sua vida, como os computadores, pelo zero e pelo um. Mas enfim, vou aproveitando enquanto este calhambeque não sair dos zeros e dos uns. Oxalá é que não apague o vou escrevendo para os que gostam de ler o que escrevo, leitores no Alasca, na Russia, no Brasil, nos Estados Unidos e talvez alguns em Portugal.Um abraço para todos. E outro para os outros.

sábado, 21 de maio de 2016

Horas de trabalho

Portugal é um dos países menos produtivos da união europeia e dos que têm mais horas de trabalho semanais. A Dinamarca é dos países mais produtivos da união europeia e com menos horas de trabalho semanais. Impõe-se uma discussão séria sobre a diminuição de horas de trabalho semanais.

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Mais saúde

Durante um dia inspiramos entre mil e cinco mil litros de ar, de acordo com a nossa capacidade pulmonar e com a intensidade ou esforço da inspiração. Com a idade, sem o notarmos, cada dia, cada mês, cada ano, vamos respirando menos, um pouco menos cada dia, cada mês, cada ano que passa. E reparem, não é demais dize-lo, se na idade em que estamos respiramos metade do que respirávamos há quarenta anos então agora inspiramos metade do oxigénio que inspirávamos há quarenta anos. Ou seja, passámos a inspirar menos duzentos e cinquenta a mil litros de oxigénio em cada dia. E todos os órgãos dos nossos corpos recebem menos oxigénio, na mesma proporção. E tudo aquilo, todo o esforço em que o nosso corpo se empenha para a sua conservação - isto é, para a sua saúde e para menos envelhecimento - diminui na mesma proporção. Deixo à vossa perspicácia entender o que devemos fazer.

quarta-feira, 18 de maio de 2016

O oxigénio na pele

O oxigénio é uma das necessidades básicas de todos os seres vivos. A sua falta pode trazer consequências graves. Aumentando a idade todos temos tendência para inspirar menos ar, entrando portanto menos oxigénio no sangue e como consequência, todos os órgãos dispõem de menos oxigénio. O envelhecimento da pele é uma das consequências do menor afluxo de sangue a esse órgão A aplicação de oxigénio tem demonstrado a sua eficácia na revitalização da pele. E estou convencido que realizando todos os dias alguns exercícios respiratórios auxiliamos muito não só a pele, como todos os outros órgãos do nosso corpo. Se têm dúvidas consultem um dermatologista.

terça-feira, 17 de maio de 2016

A cura quântica

Arranquei uma pele junta da unha do polegar da mão direita, surge uma gota de sangue que removo de imediato. Aí logo começa a cura dessa pequena ferida. Todo o corpo se empenha nessa cura holística adoptando de imediato o programa mais adequado para a cicatrização da ferida e produção do pedaço da pele em falta. O programa desenvolve-se e, em poucos dias essa cura completa-se. Se pensarem na quantidade de programas que o nosso corpo tem em agenda e prontos a ser utilizados, se pensarem na selecção imediata do programa necessário para a cura, se pensamos que o cérebro não se engana e que o corpo sctuando sem erros, conduz para a zona sinistrada esse programa, executando-o sempre de forma perfeita, sem erros, sem tentativas vãs, teremos uma pálida ideia das capacidades deste nosso conjunto do corpo e do cérebro.

segunda-feira, 16 de maio de 2016

A felicidade em que vivo

Vivemos tempos de competitividade. Em que eu não embarco, onde não quero situar-me. Não peço contas à vida. Nem me sinto devedor porque não pedi a ninguém para cá estar ou que cá me colocassem. E tive as suficientes capacidades para enfrentar os obstáculos, quer os que criei, quer os doutras proveniências. Sem pedir à vida, nada em troca. Nem riquezas, nem condecorações, nem fama. O que agradeço, é a felicidade que obtive. E em que vivo.

sábado, 14 de maio de 2016

Os felizes e os reticentes

Felizes os que conseguem fechar a janela antes da tempestade Bons amigos os que aguentam as sacanices dos amigos Boa esperança a que traz o Sol quando nasce em cada dia Paciência, a virtude que faz suportar a desfaçatez Para ser ministro não basta ter a cartola O dono do cão nunca o consegue enganar A lealdade existe até à data das eleições Depois duma virtude há sempre uma reticência.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

A espécie mais assassina

A espécie humana é a mais assassina de todas as espécies existentes na face da Terra. Confesso que matei, desde que nasci até hoje e que me lembre: 542 moscas 397 mosquitos 124 pulgas 1 piolho 6 ratos 87 baratas 2 centopeias 3 cobras 1 cão(atropelado) 2 coelhos 8 galos e galinhas 42 peixes 324 lapas 425 coquilhas 2 lagostas 4 santolas 1 ouriço 1 olongo 2 bichos de conta 3 lagartixas 11 aranhas 1 pardal 4 escaravelhos 24 abelhas 38 vespas 0 mulheres ou homens poucos deles para matar a fome. Ao contrário de quase todas as outras espécies que convivem connosco por toda a Terra.

terça-feira, 10 de maio de 2016

Sobre o meu cunhado António

· · O meu cunhado António tem uma glândula rara: a do humor espontâneo, vivo, sempre presente em qualquer circunstância.Irá viver mais de cem anos.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Sem umbigo

Não me agradou ver o meu umbigo num plano horizontal, não sei porque comecei a pensar nisso. Pensar é uma forma de olhar para dentro, eu não concebo olhar para dentro do umbigo, não recordo a primeira imagem que vi, gostaria de a recordar, é provável que apenas visse uma mancha ou apenas visse luz, essa primeira impressão que atravessou os meus nervos ópticos e que atingiu o cérebro e fez parte de tudo o que ajudou a despertar a minha mente que antes sentia sons, sentia música, sentia vozes, cantos e talvez alguma palavra mais agreste. Contaram-me a história dum homem a quem lhe cortaram o umbigo rente à barriga, quando nasceu, cosendo-o depois e deixando uma cicatriz que se foi esfumando, sendo quase indelével depois dos seus cinco anos de idade. Os amigos, quando o viam na praia, brincavam com ele, diziam-lhe que era peixe, as namoradas ficavam excitadíssimas quando passavam a mão sobre o lugar onde deveria estar o umbigo, um médico felicitou-o por ainda estar vivo, outro recomendou-lhe uma dieta, tinha de receitar qualquer coisa, outro ainda disse-lhe que não pensasse em bruxas ou maus olhados, outro ainda, o mais sensato de todos, disse-lhe que não tinha nada mas que gostaria de o observar todos os anos, nada levaria pelas consultas. E a última namorada por fim conseguiu casar com ele e o que é verdade é que de tanto se excitar por ver a barriga do marido sem umbigo teve catorze filhos, todos com umbigos, cortados e metidos para dentro nas devidas condições.

domingo, 8 de maio de 2016

Outros planetas no universo

 Com o novo telescópio electrónico, o Kepler, colocado em órbita à volta da Terra, descobriram-se mais de mil planetas, alguns com características semelhantes às da Terra, em condições relativas às suas estrelas que permitem pressupor a existência de atmosfera, terra e água e portanto a existências de vida. No entanto o que o documentário não referia é se no período de centenas de milhões de anos de existência de planetas nessas condições - e a alguns anos de luz distantes da Terra- se encaixa, se situa e coincida, o período de vida ali com o período de vida na Terra..
          Não sei com que veracidade ou fundamento aparecem com frequência notícias do aparecimento de ovnis no planeta que habitamos. Mas enquanto os seus tripulantes se não manifestarem, mantenho dúvidas. E se se manifestarem oxalá que nos contactem por bem e não para se alimentarem ou com outro fim ainda menos conveniente, 

sábado, 7 de maio de 2016

Outro mundo

 Será que viveremos outra vida, será que habitarem outro mundo doutra  dimensão, com outros sentidos, outros seres diferentes à nossa volta, mas com outros sentidos, outros sentimentos, outras necessidades outros dia a dia, outro clima, sentindo o calor como nós sentimos a fome, sentindo o amor como nós sentimos o vento e uma carícia como uma tortura e qualquer incógnita como uma certeza?
Tenho a convicção que o génio surge, na nossa espécie, precisamente quando um se sente na pele dum ser dessa outra espécie animal,F doutro ser que não é necessariamente animal, nem vegetal. ´
É.
É, o que os da mesma espécie se classificam, se apelidam, se nomeiam. Por isso Einstein, nunca nos fez saber em que outro mundo conseguia viver, pensar, nunca os humanos compreenderam esse seu outro mundo, pouco entenderam essa sua outra linguagem, muito se deve ter perdido de tudo o que pensou, que conversou com a  outra espécie que descobriu, que a sua mente teve a arte de descobrir.
Tal como poucos entenderam outro génio, Jesus Cristo.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Nunca gostei de pescar

Eu nunca gostei de pescar.
Nunca gostei de tirar,
Alguma coisa do mar

Jamais me canso de escutar...
Os sons que sempre me volta a dar
Canções que pairam no ar


E sempre à beira do mar
Ocupando o meu vagar
Me entretenho a meditar

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Desculpas

Quando nos queremos safar airosamente duma situação embaraçosa, quando executamos algum acto molesto a um parente, a um amigo ou até a um desconhecido, quase sempre empregamos uma desculpa ou apenas dizemos  <<desculpe-me>> ou <<perdão>>. E por vezes até empregamos essas palavras quando não entendemos o que nos dizem ou, entendendo-o, queremos mostrar a nossa discordância ou demonstrar incredulidade. Um simples e suave encontrão também nos faz reagir de igual modo e pode assumir uma atitude hipócrita se o encontrão foi propositado. Como observamos  , por vezes nos jogos de futebol em que após uma agressão passível de cartão vermelho quase sempre o agressor estende um braço de modo amigável para levantar o agredido, do chão, onde se contorce de dor. Há pais e mães que insistem muito com os filhos em pedir desculpa por tudo e por nada, por uma  irrequietação, por uma desobediência, por uma palavra brusca. Sem atenderem que é bom que os filhos sejam irrequietos, que a obediência ensina-se tal como muitas outras coisas, com o exemplo, que as palavras são ditas em tom brusco porque os filhos ainda não aprenderam outros tons.

terça-feira, 3 de maio de 2016

Projecto Venus

Os interessados no projecto poderão encontra-lo na Wilkipedia

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Sobre o projecto Venus(transcrição)


"O conceito-base aparenta uma certa simplicidade: de acordo com Jacque Fresco, a economia baseada no lucro (o actual sistema monetário) gera escassez, pobreza, crime, corrupção e guerra. Impede também o saudável desenvolvimento da tecnologia, que deveria ser utilizada para benefício da sociedade e não em prol da poluição, da construção de armas, da massificação do consumo, da alienação, entre outros. Ou seja, se a tecnologia fosse utilizada fora do âmbito do lucro, sobejaria espaço para uma maior abundância e distribuição de recursos, o que, consequentemente, se repercutiria numa drástica diminuição da corrupção, da ganância e egoísmo que caracterizam as sociedades desenvolvidas contemporâneas. Tudo isto em prol de uma atitude de cooperação.
Fresco acredita que é possível construir uma sociedade assim, em que as pessoas vivam vidas "mais longas, com mais saúde e com mais significado". E como se consegue tal prodígio? Fácil: substitui-se a economia baseada no dinheiro por uma economia baseada nos recursos. Esta visão ressalta, finalmente, da observação de que os processos resultantes do sistema monetário, como o trabalho e a competição, corrompem a sociedade e afastam as pessoas do seu verdadeiro potencial. É nesta sociedade de cooperação e altamente tecnológica que o Projeto Vénus vê o escape da sociedade ao actual panorama eco-sociológico."


domingo, 1 de maio de 2016

È o dinheiro!

Continuamos escravos do dinheiro.
Apesar de todas as falcatruas, dos roubos, da ineficácia do banco de Portugal,  do relato de grandes malandrices, da denúncia dos off-shores, do que se passa no Panamá,  apesar de tudo isso, nada. Não vemos  aparecer uma medida enérgica, uma decisão contundente, uma contra corrente do que se passa. E os mais prejudicados, aos milhares, continuam a ser os de menos posses e os mais pobres. E a união europeia não ajuda a sanar isto , com medidas frouxas, titubeantes, vagarosas na execução, inoperantes nos resultados.
Quanto tempo de moraria essa gente a lavrar uma terra, a matar um porco, a plantar uma árvore?
Só sabem escrever torto com letra bonita.