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domingo, 31 de maio de 2015

Sobre uma sabichona

Aquela mulher que escreve uns gatafunhos no fb,  armada em sabichona, saltou-nos com uns apontamentos, à pressa, na sua página "Abre os teus olhos", sobre o tempo, sem qualquer respeito ou consideração(não é erro há certos senhores que merecem dois ésses, (não é erro, também há outros que merecem que os acentuemos, ou não? ) sobre esse senhor, esse nobre senhor Tempo, neste tempo em que pouco se usa a nobreza nem sequer para pegar no aspirador e eliminar a porcaria debaixo do pateta do tapete, eu queria dizer do tapete do pateta deste escrevinhador sempre encalacrado com os dicionários, sim porque eu de vez em quando ou seja, nos dias dos equinócios e dos solestícios, manuseio o dicionário do latim, noutros dias , no da implantação da  republica, ( implantação que nenhum presidente da dita eu vi fazer) ou no dos marafados,(este só no Algarve celebramos), nesses manuseio o dicionário do grego, não duvidem, sei muito grego, os jornais falam tanto deles que me veio a mania de saber a língua deles que se parece tanto com a de Sócrates(o grego), como a minha se parece com a de Nero. . Mas, voltando ao assunto do senhor Tempo que a magana daquela senhora, parece-me que se chama Alexandra, a que  aparece na sua página com a sua foto linda e desgrenhada que foi sucesso na Playboy, que ela referiu com a leviandade dos vinte e poucos anos que ela deve ter, enfim , aceita-se, suporta-se, subentende-se. E mais não digo, aos costumes digo nada, como dantes assinavam requerimentos os antigos sargentos da tropa militar, não vá ser qu'ela me responda e diminua a minha reputação de cidadão exemplar, pai extremoso e indivíduo conspícuo. 

sábado, 30 de maio de 2015

Não há mal que sempre dure...

Mais tarde ou mais cedo do que pensam, a maldade do dinheiro acabará por ser combatida.
"Não há mal que sempre dure, nem bem que não se acabe." diz o provérbio português. È o que se tem escrito há séculos. E que sempre, em todos os tempos conhecidos, se verificou.
E o homem, muito menos a mulher, é o único animal que inventa algum mal contra o ser semelhante.
Porque nos resignamos, se todos ou quase todos desejamos extingui-los?

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Conversas em cadeia


Viram aquele filme, o do auxílio em cadeia, o que aquele miúdo conseguiu? O mesmo poderíamos conseguir todos, com essa cruzada contra o dinheiro ! Fale disso às suas amigas e amigos, conversando, convencendo cada amiga e cada amigo a falar do assunto com três ou quatro amigas e amigas, pedindo-lhe o mesmo que eu vos peço. E ouvindo os argumentos contra e a favor:
- o dinheiro e o actual sistema monetário, pode ser substituido por outro, evitando os males que sempre... atacam, por ele, os mais necessitados, os mais pobres. A moderna tecnologia pode fornecer uma máquina, o meio necessário para armazenar na memória, os créditos de cada um. Deixarão de ser necessários os bancos, deixa de existir inflação, deixam de ser prejudicados pelos bancos e pela inflação, os mais pobres. Vejam que não se fala da inflação e ela existe(quanto custava um pão em 2002, quanto custa agora, qual o salário mínimo em 2002, qual o salário mínimo agora e comparem. Como se afirmava que todos os bancos eram seguros, quantos perderam os suas parcas economias nos últimos anos?
- não é possível acabar com o dinheiro, dir-vos-ão muitos. Também não era possível muita coisa, desde Jesus Cristo, e muita dessa coisa se tornou possível, Também, no século dezoito e nos anos anteriores se dizia que não era possível acabar com a escravatura, que era um mal necessário, bla, bla, bla, demorou muito tempo, ainda não acabou mas suavizou-se imenso, não? Também levará muito tempo a suavizar-se o mal do dinheiro, mas surgirá outro Lincoln que suavizará muito esse mal deste sistema monetário que escraviza os mais necessitados. Lincoln combateu a escravatura humana com uma guerra, outro Lincoln combaterá a escravatura do dinheiro sobre os humanos talvez com outra guerra talvez apenas com uma máquina com facilidade construída com os meios tecnológicos de que dispomos na actualidade,
Se têm dúvidas, digam.
Todas as que conheço estão respondidas no meu livro "Sonho de sorte", que publiquei no meu blog
www.sonhoscomsorte.blogspot.com




quinta-feira, 28 de maio de 2015

For all the world


Para todo o mundo  - For all the world ·
Vou tentar, nos meus fracos conhecimentos doutras línguas, escrever uma mensagem que pretendo ser lida por muita gente do nosso mundo9, desde os coreanos aos paquistaneses;
I will try send you, people in our world, my message about what y think is today the worse thing thar  causes more troubles to a high percentagem of humanity; the money and is sistem.. Since the Money exists, cause more and more troubles to more and more people. Why we can't try to change de monetari sistem and establish one another without damage for so many people? Why don't finish the slavery of the Money? It is possible ! NO? Yes, it is.

O principal, o mais importante




 Vou cobrar os meus livros com méritos. Que poderei empregar quando quiser adquirir algo a quem mos aceite. Nâo pensem que é difícil. Basta que constituamos um circulo. Claro que há muitos pormenores a definir, Que dizem dum sistema onde não existissem bancos, onde os vossos méritos estivessem seguros, onde os vossos proventos resultantes da vossa actividade não sofressem a erosão da inflação, num sistema onde não existissem falências de bancos,... onde todos os artigos de consumo ou toda a prestação de serviços fossem devidamente pagos e recompensada e aceite por todos.
jÉ evidente que a tanto não poderemos chegar amanhã ou depois. Como tantas boas iniciativas na história da humanidade não se concretizaram em dois dias. O principal será começarmos. O principal será que a mentalidade da mulher.e do homem e do homem atinja o nível suficiente para começar a eliminar o actual sistema

quarta-feira, 27 de maio de 2015

"Não o levarás contigo"


O dinheiro só está limpo quando sai da máquina que o fabricou. Então está brilhante, reluzente, atractivo, seja um cêntimo seja uma nota de quinhentos euros. Depois, circulando, dia a dia mais se suja, mais se emporcalha, mais serve de veículo de correpção, de maldade, de reflexo de ambições, de meio de corrupção. Cheirem uma moeda ou uma nota dele com algum tempo..Como ninguém se preocupa em lavá-lo, muitos se preocupam apenas em levá-lo, mesmo a cheirar mal, mesmo sujo de trampa. Ponhem uma nota de cinqoenta ou de cem euros dentro da merda e verás as mãos ávidas que não se importam de a recolher e limpar com mais cuidado do que bem lavar as mãos.
E poucos se ..lembram que não o levarão consigo quando o Senhor os levar. Mesmo depois de o limpar com todo o cuidado.
 ·

terça-feira, 26 de maio de 2015

Aceito voluntários

Não vou entrar no youtube, já parece um governante ou candidato a governante, dos modernos, que amam voltar atrás. Falta-me a paciência( aqui para nós, falta-me a habilidade, estas coisas não se confessam, guardam-se, bem prenhes de amargura).. Não, chega-me este face book e vou ocupar com intensidade o meu tempo escrevendo o meu outro livro., o quarto para o público que me lê agora. Mas atenção, peçam-me agora que o envie à cobrança. dez euros com porte pago em brulhado em p...apel reciclado e atado com cordel, olhem que daqui a vinte anos, estes "best-sellers" ( está mal escrito não está?, paciência) daqui a vinte anos quando for disputado nas livrarias e feiras do livro custar-vos ~á os olhos da cara, além da vantagem de possuírem uma primeira edição do "Sonho de sorte" e dos outros ou quinze ou mais que publiquei até essa data. Aliás reparem até o nosso papa já fala do mal do dinheiro um mal ainda pior que a escravatura, contra a qual também a igreja católica lutou.
Ainda não tenho companheiros nessa cruzada, aceito voluntários, quem se inscreve?

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segunda-feira, 18 de maio de 2015


· As outras profissões ainda não universitárias
 
 O desprezo pelas profissões ditas não liberais, pedreiro, carpinteiro, electricista, etc. tem causado em Portugal um prejuízo enorme. Em minha opinião, o que parecerá uma heresia para muitos, a universidade deveria estabelecer cursos superiores dessas profissões. Senão, vejamos. Um carpinteiro dever ter bases de matemática, botânica, economia, defesa do ambiente e outras. Perguntem a um carpinteiro , salvo honrosas escepções, o que conhece sobre arboricultura, sobre a arte de tratar as madeiras, sobre a árvore e os cuidados ambientais que deverá conhecer para a defesa da árvore, etc.. Um bom carpinteiro não é só o que sabe arranjar uma janela que fecha mal, que emperra ou que está empenada. Se pensarmos um pouco veremos que é o que sabe muito mais.
Não passarão muitos anos até que dedicamos a essas profissões o que elas merecem.


domingo, 17 de maio de 2015

    Só quem amou poderá descobrir a equação do amor.

quinta-feira, 14 de maio de 2015

O meu terceiro livro

O meu terceiro livro está impresso, pronto a enviar a que, pretender adquiri-lo. Posso remete-lo , à cobrança, por dez euros, com porte pago, para qualquer ponto do nosso planeta-
É um novo conjunto de pensamentos, versos e contos curtos.
Como o anterior, segundo críticas recebidas, fácil, próprio e perfeitamente digno de ser lido em qualquer ponto da vossa casa, da vossa aldeia, do vosso país,     

domingo, 10 de maio de 2015

Se isso é viver

        Pasmo da facilidade, do à-vontade, da indiferença que muitos e muitas aparentam quando se cruzam comigo. Raro vejo nos seus semblantes algum sinal de sentimentos, alguma manifestação do seu estado de espírito, ou reacção ao ambiente que os rodeia. Sinto quase sempre vontade de interromper aquela apatia, de provocar um reflexo de vida, de conhecer as causas dessa indiferença perante as suas vidas.
         A palmeirinha lá em baixo, ao nascer do dia, apresenta-se em geral, tristonha, com um aspecto da sonolência em fase de despertar. E quando o sol e a brisa  a acorda por completo, manifesta a sua alegria no brilho da cor verde, muito viva e no agitar contente e pressuroso das suas folhas. Como qualquer planta ou árvore, reage perante o que a vida lhe concede.
           Os humanos, com frequência, não. Persignam-se perante Deus por temor.
           Resignam-se a viver, por inércia.   
   

Sei


Sei o que é nos encontrarmos noutra dimensão. Ou, por outras palavras, o que é sentirmos um afago do nosso Criador.. Ou ainda, aquilo que exprimimos, num comum dizer por "sentirmos-nos transportados nas alturas". Quando somos, por exemplo, contemplados com uma mensagem carinhosa duma neta que vive a catorze mil quilómetros de distância.
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segunda-feira, 4 de maio de 2015

A economia que nos interessa, que nos afecta

De toda esta barafunda da economia que nos interessa,  a das finanças do nosso país, salientemos:
    1- Falhanço dos modelos e das previsões da evolução da economia.
    2- A futilidade dos chamados multiplicadores. Que mais parecem divisores ou diminuitivos .
    3- A mudança, a dança das ideias.
    4- A estagnação económica e a análise deficiente desta.
    5- O envelhecimento da população do nosso país.
    6- O desemprego, em nivel  decrescente mas de muito lenta diminuição..
    7- Os custos com o atendimento social - na saúde, desemprego, educação, reformas.
    8- A contínua ocultação da situação económica do país, referindo apenas aquilo que vai melhorando lentamente.
    9- As medidas para melhorar a situação, a curto , medio e longo prazo complementadas com os custos reais.
     10 - O alheamento da maioria da população sobre a economia. Somente apresentada em termos incompreensíveis para essa maioria.        

domingo, 3 de maio de 2015

A corda sem a fateixa

        Nestes últimos dias, desde o trinta de Abril, tenho andado bastante à deriva, no que diz respeito a pensar e a passar para o computador  uma mensagem, o que sinto, o que me passa pelo espírito, o que especulo sobre a vida, o que a vida especula sobre mim, o que me remexe comigo, o que me perturba minuto a minuto. Remorsos alguns, tristezas vagas, preocupações inúteis. "Sem proveito toda a fonte de preocupações" diz uma sentença antiga, dum filósofo cujo nome esqueci agora.
       O que se esquece agora é mais importante que o que não se esqueceu, tem mais relevo na alma que a "fonte de preocupações", atira à consciência maior peso, altera o nosso rumo noutro sentido?
       Esta biblioteca, a nossa memória, ora aumenta, ora diminui, Ora se engrandece com algum saber adquirido com  a experiência, ora se enriquece com a curiosidade que possuí8mos, ora se especializa pelo acaso que nos concede uma paisagem desconhecida, ora se empobrece pela indiferença e pelo desprezo mais ou menos voluntário de algum conhecimento adquirido. A reunião dos meus neurónios nos conjuntos de ideias, novas ou antigas, segue correctamente desorganizada.
      Na realidade, bem me parece que terei de lançar já a fateixa ao mar para me situar no ponto desejado.
      Mas encontrei a corda, custa-me encontrar a ancora.