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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Talvez que a verdadeira sabedoria sobre o sentido da vida esteja no respeito por esta, pelo que por ela nos foi concedido.E  na indiferença perante a morte.

Poema "Vida" - X

                            X


Se a família bem a pode educar,
Tendo no seu lar amor e carinho,
Sempre bons exemplos lhe pode dar
Indicando-lhe sempre o bom caminho,
Nunca deixando o mal se aproximar,
Muito melhorando o seu bom alinho,
Sabendo distinguir as ilusões,
E resistir melhor às tentações.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Poema "Vida" - IX

                             IX


Passo a passo, começando a sentir
O agradável que lhe dá a sua vida,
Bem pouco sentindo as contrariedades,
Começando a pensar no seu porvir,
Ouvindo os conselhos de com quem lida,
Observando e bem sofrendo as maldades
Seus anos passam quase sem sentir
Tudo o que na vida tem de cumprir


                Obter um diploma dum curso liceal no nosso país ou em qualquer outro, não significa,  em   nossa opinião, que temos bons conhecimentos ou alguma sabedoria. Tal como a visita a um museu e passar pelas suas salas, não significa que conhecemos com alguma profundidade os quadros e as peças que ali se encontram expostos.
              Não devemos desprezar a sensibilidade de qualquer pessoa. Por muitas razões, entre elas uma, talvez a principal: não pode existir génio onde não há sensibilidade.

Poema "Vda" - VIII

                            VIII


Crescendo a criança, na juventude
Em tudo quanto vê, maravilhada,
Os seus pais vão-lhe ensinando a virtude,
Aprende o que é sofrer quando enganada,
A ser amável, indiferente ou rude,
A escutar contos da história passada,
A apreciar a beleza e a forma,
Tendo o rigor e o simples como norma 

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Profissões dos meus antepassados+

Continuando com o que poderá interessar aos meus descendentes.
A minha bisavó materna, Josefa, mãe da minha avó materna Carolina, que conheci teria os meus sete  anos, sentada numa cadeira de verga filha dum senhor de grandes bigodes, cuidava da sua casa e dos seus cinco filhos. O meu bisavô, marido dela, não o conheci apenas sei que era engenheiro civil em Évora antes de vir morar para Lagoa, aqui no Algarve. E dos meus trisavôs apenas sei do que era pai do meu avô Ludovico, (pai do meu Pai) e que terminou os seus dias em Diu, onde foi chefe de repartição das finanças e de nome Vicente Paula de Quadros.
E de mais antepassadois: vi um quadro com o retrato a óleo, em Mormugão, dum senhor Castro, segundo me contaram lá, um dos meus sessenta e quatro  pentavôs.
E também tenho notícia, proveniente dos arquivos da Torre do Tombo, que um meu antepassado foi enforcado em Sevilha.
Para que não se envaideçam os meus descendentes com os bons pergaminhos dos Quadros. Buscando e esquadrinhando bem, acabamos sempre por encontrar antepassados que foram cavalheiros pouco recomendáveis, pouco exemplares.         

Poema "Vida" VII

                     VII


E quem na Terra nasce, terá vida
Proveniente dum supremo ser,
Terá azar ou sorte não pedida
Independente do nosso querer,
Sempre ligada às coisas mais queridas
Nem sabendo se é bom ou mau viver.
E cá terá tristeza ou alegria
Que poderá sofrer em cada dia

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Profissões dos antepassados

Resulta curioso investigar o que fizeram os nossos antepassados.
A minha Mãe cuidava da sua casa, tocava bem piano - tinha um monte de partituras dá música de diversas óperas, contando muito bem - segundo muitos me diziam -  as respectivas árias. Àlém disso era uma extraordinária cozinheira, o seu caril era excelente, os pasteis de nata e as fatias da China, excepcionais. O meu Pai  foi oficial da mainha e apesar de ter um curriculum muito bom passou à reserv após dezoito anos com o posto de capitão tenente - talvez por não apreciar  o regime salazarista. O meu avô materno, era proprietário rural e visconde da Praia  da Rocha, título concedido pelo rei dom Carlos, após uma visita deste ao Algarve onde passou com a rainha dona Amélia, trjês dias, se não me engano. O meu avô paterno foi oficial às ordens do rei dom Luiz, tendo morrido aos quatenta e oito anos suponho que duma apendicite aguda. A minha  avó materna era  simplesmelnte dona da sua casa e a paterna , Maria Seixas desconheço que fazia.- um grande mistério, que nunca ninguém me quis desvendar. Amanhã continúo. 

Poema "Vida" VI

                        VI


Todos temos à nascença
Iguais oportunidades e condições
Se aquilo que herdamos dos nossos pais
Foram as bondades e condições
Sem defeitos graves, muito reais
Provenientes de más gestações
Assim, toda a criança entra no mundo
Aos bons pais causando prazer profundo

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Poems "Vida" V

                         V


Serena, corajosa, decidida
Uma mulher a natureza aceita
E gera em nove meses de vida,
Criança que o amor dos pais deleita
Criança quase sempre é querida
Que ao nosso mundo chega perfeita
Milagre aque a natureza concede
Oferta que um casal sempre lhe pede

Só Deus

      Só Deus pode modificar o passado para melhorar o a nosso futuro.

Congresso do PSD

No congresso do PSD, pelo que ouvi e pelo que já li, ninguém falou ou lembrou que os deputados do PSD (como os de todos os outros partidos), não são os verdadeiros representantes do povo. Perguntem aos moradores da vossa rua, do vosso bairro, da vossa cidade se são consultados ou se alguma vez foram consultados antes das eleições para deputados. A maioria dirá que não.
Nem, nesse congresso, nem nos outros congressos dos outros partidos, temos visto propostas para uma reforma no sentido duma verdadeira representação  dos cidadãos.
E se entre as moções apresentadas alguma se refere ao que atrás dizemos, tal passou desapercebido ou ignorado.
Para mim, a melhor intervenção, o melhor discurso, foi o daquele senhor que esteve , se não me engano,  vinte e oito anos na presidência da câmara das Caldas da Rainha e que hoje é vereador na cámara de Loures. E para mim foi o melhor porque disse o que nunca ouvi  dizer nos congressos: que uma pessoa honesta, empreendedora e activa de  qualquer partido deverá ser enaltecida  e apoiada no cargo que exerce.

Poema "Vida" IV

                            IV


Por ter nascido e pelo que devo à vida
Senti-me por completo obrigado
A confessar tal emoção, bem sentida
Que agora é bem constante no meu fado
Com esta pouca arte conseguida
Terei de descrever o confessado
Egoísta ou não quero mais sentir-me
 Pretendo desse egoísmo redimir-me 

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Poema "Vida" III

                                                                    III


Na Terra, os humanos, quando nascem
Aprendendo nos seus primeiros anos
Aquilo que os sentidos lhes concedem
Sofrendo dificuldades e enganos
Sem saber dinde vêm, qual o origem
Dos seus prazeres dos seus desenganos
Começa então a surgir a consciência
Com uma luz que fica em permanência

No congresso do PSD

Nos cinco ou seis mil participantes//presentes no XXXV congresso do PSD as mulheres presentes não eram sequer dez por cento dos presentes naquele congresso.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

POema II

                          II


A alma  que sempre me acompanhou
Eu sinto que me dá em cada dia
Aquilo, que no tempo que passou
Somente em escassos dias eu sentia
Sempre em qualquer caso ela me apoiou
Nessas dificuldades que eu sentia
Em quaisquer tempos ou ocasiões
Em contrariedades ou bendições

Divorcios

       Pelo que tenho observado durante a minha vida, as mulheres e os homens que se divorciaram mais que duas vezes, sedimentaram doses de tristeza que os leva a uma solidão gerando uma espiral de tristeza e solidão, muito difíceis de  estabilizar e regredir. Esses homens e mulheres poderão na sua vida, no seu trato social, nas relações com os amigos e familiares, poderão aparentar bom humor, agrado, boa disposição. Mas quem os conheça distingue essa tristeza encoberta. E repara na solidão em que vivem.
       Claro que em muitos caso o divorcio é inevitável, mas estou convencido que a maioria dos casos não é. 
       Gostaria de ler a vossa opinião sobre este assunto.   .  

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Poema "Vida" I

                         I 
                        
Passo muitos momentos desta vida
Com uma suspeita que me traz desperto
Se empreguei sempre a norma mais devida
De trazer sempre o coração aberto
De não causar a mais simples ferida
De andar sempre de peito descoberto
Perdoar sempre a ofensa recebida
E que assim estaria certo na vida



Rita Ferro lançou os seu, se não estou em erro, vigésimo terceiro livro.
As primeiras páginas são excelentes!

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Paraisos artificiais

            Se quereis conhecer os efeito das drogas, em particular do haxixe e seus derivados, leiam " Os paraísos artificiais", de Beaudelaire. Numa obra escrita e publicada há tantos anos é de realçar o pormenor, o rigor e a intensidade da descrição dos efeitos do haxixe e das suas consequências.
            Na mesma obra, Beaudelaire  faz ainda comparações extensas com os efeitos do ópio e do vinho.

"o homem que só bebe água...

"O homem que só bebe água esconde alguma coisa dos seus semelhantes"- de Beaudelaire.
Esta citação fez-me recordar um amigo que me dizia que nunca bebia água porque esta tem pouco vinho. E um outro que me referia que num bar só existe a água  com que batizaram o vinho. E ainda outra que recitava uns versos deste género
   
      Eu cá não sou de intrigas
      Mas gosto dos teus carinhos
      Sou uma das tuas amigas
      Que em vez de água te dá  vinhos
  

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

        - Porque é que nenhum jornal ou revista publica uma lista com os vencimentos dos trabalhadores das empresas públicas, em particular do metro(Lisboa, Porto, Almada), da NAV Portugal, da TAP, dos estaleiros de Viana de Castelo, da Carris e regalias e subsídios concedidos?
        - Se há uma lei que estabelece os vencimentos máximos pagos pelo Estado a trabalhadores com que fundamento concreto não se aplica em tantos casos?
         - Se foram concedidas verbas enormes para cursos de formação porque não se exigem relatórios contabilísticos às empresas que os receberam?
         - Se foram concedidos, em muitos anos,  subsídios enormes, a fundações, porque não se exigem os relatórios contabilísticos respectivos?
         - E se esses relatórios contabilísticos não são apresentados porque não se retiram tais subsídios?

Sobre os alqueives em Portugal

            Aprendemos  em qualquer curso agronómico que os alqueives ou pousios são terrenos sem cultura útil, sem produção dum dos tais bens transacionáveis de que agora tanto se fala. Quem percorre qualquer estrada ou vai de comboio, do Algarve até Lisboa, não deixa de reparar as áreas imensas sem qualquer cultura, os tais alqueives. Numa grande percentagem de solos com pequenos declives, aparentando ser de boa capacidade produtiva.
 Pouco tempo após o 25 de Abril, trabalhando nos serviços de agricultura do Algarve, fui encarregado de elaborar um relatório onde referisse o aproveitamento  das propriedades existentes no barlavento algarvio..E conclui o relatório propondo o emparcelamento das propriedades de dimensões reduzidas, em particular as situadas em perímetros de rega com a água proveniente das barragens da Bravura  e de Silves.
Esse relatório ficou esquecido numa gaveta do ministério e só mais tarde, nos anos oitenta, se efectuou um trabalho desses, com sucesso, efectuado pela brigada do Projecto de Rega do Algarve .
Ainda julgo útil lembrar que nos três ou quatro anos após o 25 de Abril e por iniciativa do meu colega Azevedo Gomes, se efectuou a ocupação com floresta da serra de Monchique, obra que ele havia progectado continuar para o baixo e alto Alentejo nos anos seguintes. Mas que,  por razões qiue desconhecida, não se estendeu para norte do Algarve. Não por razões económicas,  os governos ainda
 dispunham dos cabedais provenientes da "pesada herança fascista".( 800 toneladas de ouro, mais que isso em divisas, etc..)        

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Seis dias sem escrever

Seis dias infiel aos meus escritos no blog. Tive a pretensão de haver terminado o meu segundo livro para o enviar à editora mas esta devolveu-o e durante cinco dias não fiz nada mais. Paginação errada, escrever a folha de rosto, a folha técnica, o índice, etc... Tentando uma e outra vez cada operação, errando, trabalho que desaparece porque carreguei no botão errado, etc..Para o primeiro livro,  o "Sonho de sorte", entreguei o original à editora, não houve trabalhos suplementares. Mas custou-me muito mais caro, três vezes mais caro cada livro e a obrigação de comprar trezentos livros a esse preço. Enfim, não me posso queixar, aprendi mais qualquer coisa com esta experiência, continuo a começar o dia a sorrir,  poupei uns milhares de euros, quer dizer, gasto agora menos alguns milhares de euros.,  a conta bancária emagreceu mas não chegou ao esqueleto.
 

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

O país está suspenso, Do resultado dum jogo de futebol. Jôgo propagado  em centenas de horas das televisões oficial e particulares, em inúmeros artigos da imprensa, milhares de adeptos dos clubes intervenientes deslocando-se de todas as regiões de Portugal.
Lembro-me de pois de 25 de Abril a pseudo- esquerda. comentar o ópio do povo nos  tempos antes `àquela data. E agora? 

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Cenas semelhantes da vida dos animais

     Fixo-me no prado verdejante, onde uma gazela,  saciando a fome, descuidada, na  beira dum lago onde dois elefantes removem lama dum elefante bébé, enquanto uma família de leões prepara o ataque á gazela, Mas o pai elefante, atento, levanta a tromba, ameaçador, para a leoa mais próxima, dá dois passos dentro do lago e afasta a inimiga.
     È uma cena frequente em África.
     É uma cena frequente entre os humanos. Por vezes com igual desfecho.
                As mensagens que aqui deixo serão reflexos da minha personalidade? Não sei. Não escrevo nada que não sinta, não escrevo nada para enganar ninguém, seja um mendigo, seja um ricaço, seja um político. Enganar um mendigo seria o maior pecado, enganar um ricaço seria uma aventura, enganar um político seria uma estupidez. Tenho mais consideração por um mendigo que por um ricaço desconhecido, que por um político conhecido. Um mendigo é um ser humano que suponho está mais perto de Deus do que eu, um ricaço não sei onde está em relação a Deus, um político consegue por norma esconder o seu lugar em relação a Deus. Mas todos em momentos de aperto, difíceis, de morte iminente, pretendem que Deus os acompanhe.

sábado, 8 de fevereiro de 2014

         Ocupado com a revisão do meu segundo livro reinicio hoje os meus escritos, com uma opinião sobre a colecção Miró que o governo pretende vender. E bem, em minha opinião. Vejamos.
     1- Essa colecção de quadros vale não os trinta e seis milhões de euros conforme por aí se diz, mas talvez mais de quatrocentos milhões de acordo com notícia que foi dada.
     2- Devido à dívida que o Estado português suporta, os monumentos  e outras obras de arte não são devidamente cuidados. Museus com verbas reduzidas, monumentos em ruinas ou em degradação progressiva, restauração de quadros e obras de arte a passo de caracol.
     3- O facto de provavelmente mais de 99 por cento dos portugueses desconhecerem Miró e a sua pintura - como aponta Pulido Valente no ser artigo de hoje ( 8/2/2014) no Público - não invalida a opinião de que essa colecção, conservada em Portugal, constituiria uma riqueza para a nossa cultura. E creio que mais de noventa por cento dos portugueses não conhecem as obras de tantos outros pintores tanto ou mais ilustres que Miró.
    4- Eu gostaria de ver essa colecção em Portugal. Mas tenho de reconhecer que a influência que teria na formação cultural de 99 por cento da nossa população seria de certeza muito menor que teria o seu valor se aplicado nas obras de arte que temos descuidadas.
    5- Em minha opinião a polémica levantada nada mais é que política vulgar e rasteira.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

             Sou tão adicto e este blog que faz parte dos meus encargos matinais. Ora em prosa, ora em verso, ora em coisa nenhuma, sim, porque também se pode escrever sobre coisa nenhuma, antes escrever sobre coisa nenhuma que não ter coisa nenhuma para comer, para nos taparmos contra o frio, para ir até Paris comer um "croissant" ao pequeno almoço, para abrir o armário dos pensamentos, para perguntar ao vento o futuro dos meus netos, para conseguir abrir o alçapão onde guardo as velharias.
              

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Armas

Armas. Outro assunto que pouco se discute em todos os países. Veja-se o que se passa nos Estados Unidos. Volta não volta surge uma miúdo ou um graúdo que entra numa sala, desata a disparar indiscriminadamente e mata e fere dezenas de miúdos e graúdos. E entretanto discutem a proibição do comércio livre de armas desdes uma pistola de bolso até uma bazooka. Até ao dia em que um miúdo ou um graúdo entre no parlamento lá deles e mate uns quantos parlamentares. Aí reagirão no mesmo dia. E votarão de imediato uma lei que os proteja. Para que servem as armas? Para matar, para defender. Mas sem armas não haveria  necessidade de defesa contra quem vai armado. Que isso é impossível? Estou convencido que a humanidade caminhará num dos dois sentidos: ou não precisará de armas para matar, ou terá  cadavez maior necessidade delas para matar ou se defender de quem as tem. Se caminhar  de não necessitar delas, o que espero acontecer se se der a evolução do homem no bom sentido. Poderá e é provável que dure alguns séculos a evoluir nesse sentido. Já surgiram muitas mulheres e muitos homens que nunca compraram uma arma nem pensaram sequer em adquirir uma. Só os que querem guerra, os que vão para a guerra é que necessitam armas. E muitas vezes comandados por outros que os comandam, os atiram para as carnificinas das guerras e que ficam sentados observando como os outros morrem. E para haver armas, têm que surgir as fábricas que as lançam no mercado ou nas guerras. Li no há muito tempo que nos Estados Unidos mais de quarenta
por cento da industria se dedica ao fabrico de armamento. Fábricas de pistolas e de espingardas devem excistir centenas nesse país porquanto não há pequena cidade dos USA que não tenha um ou mais comércios de armas. Deveriam discutir esse assunto, não sei se o presidente deles estará preocupado com tal problema, não pode parar quatenta por cento da indústria do páis. Mas poderá parar um ou dois por cento e procurar que o exemplo se difunda. Ficaria para a história.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Abomino imitações de armas como brinquedos

Brinquedos que são imitações de armas
Continuam a oferecer-se às crianças
Sem pensarmos que as guerras trazem lágrimas
E que as armas pressupõem matanças


Pistolas, navios de guerra, canhões
Espingardas, tanques, carros de assalto
Helicópteros, morteiros, aviões
São exemplos que muito eu ressalvo   


E a criança que nunca recebeu
Esses objectos para se entreter
A bondade por norma não perdeu
A crueldade nunca irá submeter


E por isso  abomino as brincadeiras
Que metam essas tais imitações
Ainda que em nome de qualquer bandeira
Ainda que em nome doutra condição

Detesto

Não gosto de pássaros em gaiolas
ainda que muito grandes e  douradas
sejam abutres sejam lindas rolas
que ali se conservam aprisionadas










Não gosto de animais em prisões
ainda que bem grandes e bem prateadas
sejam gazelas, gorilas ou leões
que da vida livre são retirados










Não gosto de ver peixes em aquários
pequenos ou de grandes dimensões
sejam enguias, tubarões ou sáurios
que se apresentam nas exposições










Nem sequer gosto de ver águas paradas
Em tanques ou nos lagos dos jardins
E ali se conservam aprisionadas
Estando inertes tempos sem fim