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sábado, 27 de fevereiro de 2016

Emoções e preguiça

Se as emoções matassem eu morreria todos os dias
A preguiça não consegue escrever
Com emoção não existe preguiça
E com preguiça nem damos por morrer

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Porque gosto

Porque gosto?
Porque sim.
Sem hesitar , sem condições, sem reticências.
Sem me importar com os azares que me sucedem, a mim
Nunca me faltando a paciência
Para esquadrinhar, da vida, o não e o sim
  

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Porque escrevo? Porque gosto.
Porque escrevo? Porque informo o que penso.
Porque escrevo? Porque é mais viver.
Porque escrevo? Porque assim não me esqueço
                            Porque logo me surge mais para dizer.
                            Porque é melhor que falar.
                            Porque vou encontrando o que esqueci.
                            Porque assim também me vou confessando

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Mas estou pensando matricular-me nesse curso, o da admiração.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Ainda não perdi a faculdade de me admirar.
Somos mal agradecidos. Louvamos tanta coisa, dizemos obrigado a pequenos favores, respondemos com juros a qualquer bem que  nos concedam, damos os bons dias a todos. Mas  ao Sol, a essa estrela que nos ilumina e nos dá calor suficiente para viver e energia para muito que necessitamos, a essa estrela raro agradecemos. Para muitos dos antigos, era o seu deus, era a entidade divina adorada acima de todas as coisas. Eu respeito o ser supremo, que comanda todo o universo e todas, as vidas do universo, incluindo nelas a vida do Sol. Mas também agradeço e respeito o Sol, de quem depende a minha vida e a dos que me são mais queridos. Dizem os sábios que o Sol ainda viverá muitos milhões de anos.
Oxalá sempre lhe agradeçam. Não sei se me ouvirá, Mas agradeço-lhe o que me dá.
Gratuitamente.