Que tal um dia nacional sem veículos movidos a gasolina ou gasóleo?
comentários, poemas, situações e circunstâncias da vida, escrtos e da autoria do que escreve neste blog
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quarta-feira, 12 de dezembro de 2018
segunda-feira, 10 de dezembro de 2018
domingo, 9 de dezembro de 2018
A decadência em curso
Tal como na Roma e na Grécia antigas, há sinais de decadência em curso quer na Europa quer, em particular, em Portugal.
A decadência que se registou nos povos da antiguidade foi sempre precedida pela diminuição da população, pela diminuição da natalidade, pela diminuição e abandono da agricultura e pelo envelhecimento do população.
Em Portugal entraram mais cerca de 5ooo indivíduos que os que saíram. Mas este saldo nas en tradas não compensa a diminuição efectiva da população. Porque a taxa de natalidade continua baixando: em 2017 nasceram 86,154 nados vivos e morreram 109.758, além de desde 2010 tem-se registado um aumento crescente de idosos. E a população total do país, por consequência, vem decrescendo, registando-se apenas de cerca de dez milhões e trezentos mil, em 2017.
De pouco servirão alguns dos incentivos materiais à natalidade como não resultarem noutras civilizações em decadênoia.
Talvez que a entrada maciça de emigrantes provenientes de Âfrica ou do Brasil seja uma das soluções, se condições de vida favoráveis aqui encontrarem.
Tal como na Roma e na Grécia antigas, há sinais de decadência em curso quer na Europa quer, em particular, em Portugal.
A decadência que se registou nos povos da antiguidade foi sempre precedida pela diminuição da população, pela diminuição da natalidade, pela diminuição e abandono da agricultura e pelo envelhecimento do população.
Em Portugal entraram mais cerca de 5ooo indivíduos que os que saíram. Mas este saldo nas en tradas não compensa a diminuição efectiva da população. Porque a taxa de natalidade continua baixando: em 2017 nasceram 86,154 nados vivos e morreram 109.758, além de desde 2010 tem-se registado um aumento crescente de idosos. E a população total do país, por consequência, vem decrescendo, registando-se apenas de cerca de dez milhões e trezentos mil, em 2017.
De pouco servirão alguns dos incentivos materiais à natalidade como não resultarem noutras civilizações em decadênoia.
Talvez que a entrada maciça de emigrantes provenientes de Âfrica ou do Brasil seja uma das soluções, se condições de vida favoráveis aqui encontrarem.
sábado, 8 de dezembro de 2018
Não me interessa <
Ganhar o mundo, ganhar fortuna, ganhar poder, ganhar fama, ganhar tudo o que me engradece o ego, o amor próprio, a vaidade. Entregar-me ao passado, fantasiar o futuro, esquecer o presente.
Mas sempre continuar no agora, no meu presente, aceitando a consciência, o meu eu, o meu ser.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2018
Civilização
A civilização pressupõe segurança e cultura; liberdade e ordem; delicadeza e bondade; respeito e atenção.
Segurança política baseada no moral e na lei; segurança económica pela continuidade do bom governo
Cultura pela existência duma educação eficaz, e dum conjunto de dispositivos que permitam a aquisição de conhecimentos das matérias e das artes.
Delicadeza e bondade num humanismo disseminado por todas as classes.
Respeito e atenção dos dirigentes desde os mais pobres aos mais ricos, desde os saudáveis aos doentes, desde os simples aos mais desajustados.
A civilização pressupõe segurança e cultura; liberdade e ordem; delicadeza e bondade; respeito e atenção.
Segurança política baseada no moral e na lei; segurança económica pela continuidade do bom governo
Cultura pela existência duma educação eficaz, e dum conjunto de dispositivos que permitam a aquisição de conhecimentos das matérias e das artes.
Delicadeza e bondade num humanismo disseminado por todas as classes.
Respeito e atenção dos dirigentes desde os mais pobres aos mais ricos, desde os saudáveis aos doentes, desde os simples aos mais desajustados.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2018
Sinto-me neste mundo como pétala duma flor
Separada da mãe pelo bafo do vento
Levada até ao mar, caindo numa onda
Que rude a agita como barca perdida
Sentindo o frio da água, o ardor do sol
Sem rumo, sem rota, sem destino, sem rumo
Num revolutear incessante, frenético, insano
Em busca de minha mãe Rosa, perdida na terra.
Separada da mãe pelo bafo do vento
Levada até ao mar, caindo numa onda
Que rude a agita como barca perdida
Sentindo o frio da água, o ardor do sol
Sem rumo, sem rota, sem destino, sem rumo
Num revolutear incessante, frenético, insano
Em busca de minha mãe Rosa, perdida na terra.
O poder do povo
A democracia, originada na Grécia antiga, degenerou no poder da maioria sobre o povo, dum partido sobre todos as outros e que até, pela força do parlamento, poderá chegar ao poder não tendo ganho as eleições. As minorias, até às eleições seguintes, poderão portanto ser governadas por uns sujeitos que não ganharam as eleições - como aconteceu em Portugal. E as minorias, nesta democracia, poderão conter mulheres e homens com razão nalgumas boas propostas que beneficiarão toda a população, todo o país.
Está para nascer um partido que agrupe um conjunto de mulheres e homens que siga um programa que evite aquela anomalia ditatorial sobre os membros das minorias. E que impeça a recusa bruta, impensada, automática, das todas as suas propostas. Impedindo a sus recusa antes de analisada e votada por um conjunto de cidadãos eleito por todo o povo, fora dos partidos.
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