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sábado, 6 de julho de 2013

Voltemos à poesia, uma distraçõa muito mais salutar que a política

Não me preocupo
Com as coisas lindas! lindas!
Que não preciso comprar
Nem me preocupo
Com as emensas oportunidades
Que perdi
Nem sequer me lamento por aqeles beijos
Que não dei
Só me preocuparei
Se uma dia não mais tiver
Nem esperança,nem ilusão,nem fantasia

(Eu publiquei estes meus versos em 2009)

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Desdemito-me!

           Parece que as águas políticas serenaram. Mas a atitude precipitada duma demissão provocou instabilidade política e pior que isso, prejuízos avultados a Portugal.
           E continuam as declarações políticas de indivíduos que, pelo tempo que andam no parlamento, deveriam conter-se mais nas afirmações que proferem. Ridicularias de respostas.
               -" Que soluções para salvar o país?!
               -" Não pagar as dívidas", "Promover o desemprego", "Aumentar os salários" e outras ideias geniais, do mesmo quilate, nunca dizendo qual a arte para executar esses milagres.    

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Quando?

       Quando veremos aparecer políticos profissionais?
       Quando veremos aparecer partidos políticos escolhidos pelas populações que representam, depois de informação completa?
       Quando teremos uma associação de maiores de 65 anos de idade?
       Quando começaremos a pensar,  a discutir, a estudar um novo sistema que substitua o actual sistema monetário, começando por reconhecer o dinheiro como um dos maiores males, uma das maiores pragas?
       Quando começaremos a ensinar as crianças, a partir dos três anos de idade, a estudar, a pensar?
       Quando deixaremos de apontar defeitos nos outros,  de lembrar os erros do passado, de acusar outros do que nos aflige?
       Quando daremos um verdadeiro valor à vida?
       Quando daremos o verdadeiro valor à mulher, a todas as mulheres, reconhecendo primeiro que lhes devemos ter nascido e agradecendo-lhes que não tenham abortado alguns meses antes?
       Quando»? 

quarta-feira, 3 de julho de 2013

carta do dr. Portas

Apresentei hoje de manhã a

minha demissão do Governo

ao primeiro-ministro.

2. Com a apresentação do



pedido de demissão, que é

irrevogável, obedeço à minha

consciência e mais não posso

fazer.

3. São conhecidas as



diferenças políticas que tive

com o ministro das Finanças.

A sua decisão pessoal de sair

permitia abrir um ciclo político

e económico diferente. A

escolha feita pelo primeiroministro

teria, por isso, de ser

especialmente cuidadosa e

consensual.

4. O primeiro-ministro



entendeu seguir o caminho

da mera continuidade no

Ministério das Finanças.

Respeito mas discordo.

5. Expressei, atempadamente,



este ponto de vista ao

primeiro-ministro, que,

ainda assim, confirmou a sua

escolha. Em consequência,

e tendo em atenção a

importância decisiva do

Ministério das Finanças,

ficar no Governo seria um

acto de dissimulação. Não é

politicamente sustentável, nem

é pessoalmente exigível.

6. Ao longo destes dois



anos protegi até ao limite

das minhas forças o valor da

estabilidade. Porém, a forma

como, reiteradamente, as

decisões são tomadas no

Governo torna, efectivamente,

dispensável o meu contributo.

7. Agradeço a todos os meus



colaboradores no Ministério

dos Negócios Estrangeiros

a sua ajuda inestimável que

não esquecerei. Agradeço aos

meus colegas

de Governo,

sem

distinção

partidária,

toda a

amizade e

cooperação.


                  Comparem esta carta com a do dr. Vitor Gaspar. Lembrem-se quem atraiçou o dr. M.Rebelo de Sousa, dr.  Monteiro, mais recentemente D.Barroso  e agora o dr. Passos Coelho e Portugal.(pelas complicações que pode gerar na economia, etc..)

Sobre a carta do ex ministro das finanças, dr. Vitor Gaspar

             Leram ou ouviram os comentários dos diversos comentadores sobre a carta em epígrafe? Comparem o que eles escreveram ou disseram  com o que o dr. Vitor Gaspar escreveu na carta aberta. Carta que reflecte bem o caracter de quem a escreveu, sem auto elogios, sem acusar ninguém, assumindo as culpas do que fez..
             E agora estes senhores dos "medis" tiram conclusões infames num ataque desmedido ao autor da carta, sem fundamentos sérios e comprovados..
             Oxalá voltemos a ter um ministro das finanças com a mesma categoria.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Associação dos portugueses com mais de 65 anos de idade

        Os últimos acontecimentos têm aumentado a necessidade de formarmos a associação.
        Se tivermos, com as próximas eleições um governo dentro do actual sistema de partidos, podem crer que na austeridade que nos lançarem, teremos, todos os que têm mais de 65  anos um corte violenta nos nossos proventos, quer através de mais impostos quer através de cortes nas reformas e na assistência social.  
         Somos quase dois milhões, cerca de um terço dos eleitores.
         Falemos disto nas redes sociais, no face-book, etc..  

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Associação dos portugueses com 65 ou mais anos de idade

                    Formemos esta associação.!
           
             1.- Podemos começar na nossa rua onde decerto viverão algumas dezenas de mulheres e homens com 65 ou mais anos de idade. Começamos pelo prédio em frente ou pelo que tem o ´número 1. E a essas pessoas  falemos da ofensiva movida pelo governo, sobre as condições em que vivemos, mas reformas dos reformados, na diminuição, que estão tentando, nos cuidados de saúde. E lembrando várias vezes que à incúria, incompetência e inoperância dos sucessivos governos após o 25 de abril/74, se deve o estado actual das finanças para a assistência social.
            2.- Obtida o acordo das pessoas contactadas, combinemos a primeira reunião, com o
máximo de dez participantes. Faremos tantas reuniões quantas forem necessárias.
            3.- E cada reunião paremos eleger dois ou três representantes.
            4.- Procuremos saber noutras ruas ou avenidas, que reuniões são efectuadas.
            5.- Logo nas primeiras reuniões deveremos apresentar uma ou mais propostas, que visem uma colaboração nossa para o interesse do país.            

                  Todos temos tempo para estas reuniões. Ainda que muitos tenham de trabalhar para angariar meios de subsistência, penso que todos podemos dispor de uma hora ou mais por semana. E será até uma boa distracção, pela conversação que se estabelece.
            Se esta associação se propagar ao concelho, à província e a Portugal, julgo que poderemos constituir uma força que poderá conseguir o respeito do governo.
            E esqueçamos por agora, a formação dum partido. Já houve um o dos reformados, há anos atrás, que teve um deputado eleito. Mas essa iniciativa gorou-se, em minha opinião porque não se formou uma verdadeira e alargada associação. Se previamente tal tivesse acontecido, teriam sido eleitos quinze ou mais deputados.