Conhecem, por acaso. algum médico reformado, com especialidade ligada á oncologia, e que exerça a sua profissão todos os dias úteis das oito às doze da manhã, dando consulta e visitando doentes? Eu conheço um. o doutor José Matias, que trabalha no Hospital do Barlavento do Algarve. E não ganha mais que a sua reforma.
Se conhecem outro ou outra digam-no e façam-no saber por todos.
Não é demais louvar esse voluntariado( e outros,claro).
comentários, poemas, situações e circunstâncias da vida, escrtos e da autoria do que escreve neste blog
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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
domingo, 12 de janeiro de 2014
funçõis cerebrais
Hoje estive num almoço com dez companheiros e companheiras. Os homens, todos na quarta idade, ou seja com mais de oitenta anos, as senhoras com mais de setenta. Todos e em particular os mais saudáveis, não estão inactivos no que ao cérebro se refere, , durante cada dia. O que só confirma o que eu disse ontem sobre o equilíbrio das funções cerebrais. Pretendo consultar o que a Internet e outras redes possam fornecer . E pretendo continuar a entrevistar mais gente na quarta idade. Informarei o que conseguir obter.
Soube, por exemplo, que a meditação é benéfica para o cérebro. Que diversos alimentos - salmão, sardinha, abacate, ´vários fruto9s secos, se tomados com regularidade prolongam a vida activa e auxiliam as funções cerebrais.
Não sei se no nosso país existe um departamento central que reúna todos os elementos estatísticos que os hospitais podem fornecer. Se existir poderá contribuir para o aumento da esperança de vida.
Soube, por exemplo, que a meditação é benéfica para o cérebro. Que diversos alimentos - salmão, sardinha, abacate, ´vários fruto9s secos, se tomados com regularidade prolongam a vida activa e auxiliam as funções cerebrais.
Não sei se no nosso país existe um departamento central que reúna todos os elementos estatísticos que os hospitais podem fornecer. Se existir poderá contribuir para o aumento da esperança de vida.
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Se o cérebro se atrofia...
Julgo que estou ou vou descobrindo algo de importante.
Podemos reparar, no dia a dia, que as nossas ou os nossos semelhantes de certa idade, isto é, que estão na terceira ou quarta idade, teem a tendência senão vício de se sentarem, de entrar num marasmo de muitas horas, durante o dia. Essa tendência ou vício leva-as, pouco a pouco, sem que deem por isso a uma paragem mental, dia a dia perdem o hábito de conversar, de falar de si, dos seus problemas, do que se passa à sua volta, de olhar para o que os seus olhos veem e pensarem no que ali está, no que poderá dali vir, do que poderá acontecer. E sem dúvida, perdem o hábito de escrever, cartas aos amigos ou aos familiares, de tomar notas do que veem à sua volta, de se lembrarem "como era antigamente", de ler jornais, revistas, algum livro dos que conservam em casa e que leram uma vez há cinquenta anos. Ora bem, este atrofiamento das faculdades mentais penso eu que se reflecte no controlo harmonioso do cérebro sobre os diferentes órgãos no nosso corpo, com consequências importantes para a saúde. O definhamento, atrofia, menor capacidade de reação e funcionamento dia a dia mais irregular, que mal se sente hoje ou amanhã mas que um dia se traduz num achaque, numa ida ao médico, na tomada de remédios ou de drogas que mais não serão que paliativos. Porquanto nada poderá reconstruir um órgão do corpo que se encontre deteriorado, com a agravante dos efeitos secundários dos medicamentos e drogas, por vezes desconhecidos e que podem surgir quando menos se espera, atirando-nos para dentro das tais pequenas percentagens de risco que nos podem contemplar.
Não sei se existem estudos, estatísticas, investigação nesse sentido. Decerto seria muito útil seguir um grupo de cidadãos, a partir dos trinta anos de idade e observar o hábitos, a alimentação, ao interesses, as alterações das vidas dessas pessoas, e as alterações da sua vitalidade, as reações às crises, aos sucessos e insucessos. Estou convencido que não seria difícil segui a vida de vários grupos de vinte pessoas, durante umas dezenas de anos. Penso que se obteriam algumas conclusões importantes.
Eu conheci e ainda conheço umas centenas de pessoas e, salvo o caso de sofrerem acidentes importantes, venho observando que determinadas condutas ligadas à inactividade cerebral, leva ao deterioramento da saúde de muitos indivíduos.
Não sei se a especialidade da geriatria existe na medicina, em Portugal, Nos Estados Unidos existe. Mas a investigação nessa especialidade creio que contribuirá para o aumento da esperança de vida. .
Podemos reparar, no dia a dia, que as nossas ou os nossos semelhantes de certa idade, isto é, que estão na terceira ou quarta idade, teem a tendência senão vício de se sentarem, de entrar num marasmo de muitas horas, durante o dia. Essa tendência ou vício leva-as, pouco a pouco, sem que deem por isso a uma paragem mental, dia a dia perdem o hábito de conversar, de falar de si, dos seus problemas, do que se passa à sua volta, de olhar para o que os seus olhos veem e pensarem no que ali está, no que poderá dali vir, do que poderá acontecer. E sem dúvida, perdem o hábito de escrever, cartas aos amigos ou aos familiares, de tomar notas do que veem à sua volta, de se lembrarem "como era antigamente", de ler jornais, revistas, algum livro dos que conservam em casa e que leram uma vez há cinquenta anos. Ora bem, este atrofiamento das faculdades mentais penso eu que se reflecte no controlo harmonioso do cérebro sobre os diferentes órgãos no nosso corpo, com consequências importantes para a saúde. O definhamento, atrofia, menor capacidade de reação e funcionamento dia a dia mais irregular, que mal se sente hoje ou amanhã mas que um dia se traduz num achaque, numa ida ao médico, na tomada de remédios ou de drogas que mais não serão que paliativos. Porquanto nada poderá reconstruir um órgão do corpo que se encontre deteriorado, com a agravante dos efeitos secundários dos medicamentos e drogas, por vezes desconhecidos e que podem surgir quando menos se espera, atirando-nos para dentro das tais pequenas percentagens de risco que nos podem contemplar.
Não sei se existem estudos, estatísticas, investigação nesse sentido. Decerto seria muito útil seguir um grupo de cidadãos, a partir dos trinta anos de idade e observar o hábitos, a alimentação, ao interesses, as alterações das vidas dessas pessoas, e as alterações da sua vitalidade, as reações às crises, aos sucessos e insucessos. Estou convencido que não seria difícil segui a vida de vários grupos de vinte pessoas, durante umas dezenas de anos. Penso que se obteriam algumas conclusões importantes.
Eu conheci e ainda conheço umas centenas de pessoas e, salvo o caso de sofrerem acidentes importantes, venho observando que determinadas condutas ligadas à inactividade cerebral, leva ao deterioramento da saúde de muitos indivíduos.
Não sei se a especialidade da geriatria existe na medicina, em Portugal, Nos Estados Unidos existe. Mas a investigação nessa especialidade creio que contribuirá para o aumento da esperança de vida. .
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Projecto para Portugal
Na mesa redonda de ontem, 8/1/14 da RTP, no programa de economia, a partir das 23 horas, o Jornalista JM Teixeira referiu que continua a faltar um programa de objectivos para Portugal. Está certo. Mas deveria dizer mais. Deveria ou deverá dizer mais. Deveria apontar alguns desses objectivos para o nosso país. Para a resolução de problemas referidos nesse colóquio e relativos à economia e finanças, à educação e ensino, à saúde. Por exemplo, apontar que um grande objectivo deverá ser o de aumentar a natalidade, uma proposta ou mais nesse sentido, como por exemplo, para obter resultados a curto prazo, o de dotar os casais, com um ordenado ou aumento de ordenado por cada filho alem do primeiro. Façam as contas e verão que é possível.
Vejamos um exemplo. Se um casal pelo segundo filho passasse e receber 50 euros mensalmente isso representaria um encargo anual para o Estado de aproximadamente 48 milhões de euros, partindo do princípio que nasceriam 80.000 crianças. e no máximo de cerca de mil milhões ao fim de dezoito anos. Verba que representa uma parte do PIB inferior a um por cento. Pensamos que seria mesmo possível que o casal recebesse cem euros por més,
Em todas as áreas podemos encontrar grandes objectivos, delineá-los e programá-los .
Qualquer profissional, na sua actividade o faz. Mas não fica por aí.
Executa-os.
Vejamos um exemplo. Se um casal pelo segundo filho passasse e receber 50 euros mensalmente isso representaria um encargo anual para o Estado de aproximadamente 48 milhões de euros, partindo do princípio que nasceriam 80.000 crianças. e no máximo de cerca de mil milhões ao fim de dezoito anos. Verba que representa uma parte do PIB inferior a um por cento. Pensamos que seria mesmo possível que o casal recebesse cem euros por més,
Em todas as áreas podemos encontrar grandes objectivos, delineá-los e programá-los .
Qualquer profissional, na sua actividade o faz. Mas não fica por aí.
Executa-os.
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Disparates
Acusam-se mal, com frequência, e em minha opinião, os disparates. Ora ser díspar apenas se resume em ser diferente, logo se eu digo que aquela mulher é um disparate não estou a ofende-la, poderei estar a elogia-la, por ser diferente, não semelhante a outra ou outras, quer pela sua beleza quer pela sua inteligência ou por outro atributo agradável à vista ou na sua conversação. Isto refiro porque um amigo me disse que uma certa senhora nossa conhecida " não era nenhum disparate". Ora os dicionários referem os disparates como despropósito, desvario, tolice, dislate.. Outro ainda os apontam como "extravagâncias". O que por vezes não se toma como pecado. Assim , na realidade aquela senhora é um disparate, pois que apenas é extravagante, sendo bem conhecida e louvada por esse sinal ou qualidade.
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Nova palavra
Se quem faz a língua é o povo
De acordo com o que dizem os eruditos
Então eu que sou um pouco deste nosso povo
Passarei a rechear os meus escritos
Com palavras novas que serão do povo
Que exprimam conceitos nunca vistos
Que eu espalharei por todo o povo
Quer sejam ladrões quer sejam cristos
A primeira será uma palavra de esperança
E será redonda, fácil, simples, singular
Sendo um pouco esdrúxula, não muito grave
Nada aguda, não estranha, mas bem particular
Andando na rua, nos pátios, nos mercados
Ensinada às crianças na primeira classe
Com boa dose de alegria para as conversas
Sem dúvidas que possa trazer aos namorados
Terá o som da brisa suave da primavera
Misturado ao das folhas que se encontram
Se o vento as agitam nos ramos onde vivem
Um pouco do crepitar da lenha na lareira
Um meio compasso duma grande melodia
Uma semibreve duma canção de amór
Mais uma outra da nona sinfonia
O som ténue de quando afago a tua face
De acordo com o que dizem os eruditos
Então eu que sou um pouco deste nosso povo
Passarei a rechear os meus escritos
Com palavras novas que serão do povo
Que exprimam conceitos nunca vistos
Que eu espalharei por todo o povo
Quer sejam ladrões quer sejam cristos
A primeira será uma palavra de esperança
E será redonda, fácil, simples, singular
Sendo um pouco esdrúxula, não muito grave
Nada aguda, não estranha, mas bem particular
Andando na rua, nos pátios, nos mercados
Ensinada às crianças na primeira classe
Com boa dose de alegria para as conversas
Sem dúvidas que possa trazer aos namorados
Terá o som da brisa suave da primavera
Misturado ao das folhas que se encontram
Se o vento as agitam nos ramos onde vivem
Um pouco do crepitar da lenha na lareira
Um meio compasso duma grande melodia
Uma semibreve duma canção de amór
Mais uma outra da nona sinfonia
O som ténue de quando afago a tua face
Dei por mim
Dou por mim, será que eu dou por mim
Ou será que eu dou por outro mim
Não sei se dou por mim quando acordo
Nem sei se acordei por dar por mim
Ou se dou por mim quando adormeço
Porque quando adormeço e não dou por mim
Parece-me que dei sumiço de mim sem dar por mim
Se quando me volto, para adormecer,
Solta-se uma chispa no meu cérebro
Porque se cortou a corrente do dar por mim
E nessa bilionésima parte do segundo
Em que deixei de dar por mim
E que passei a não dar por mim,
O que se passou? O que se passou por mim?
Ou será que eu dou por outro mim
Não sei se dou por mim quando acordo
Nem sei se acordei por dar por mim
Ou se dou por mim quando adormeço
Porque quando adormeço e não dou por mim
Parece-me que dei sumiço de mim sem dar por mim
Se quando me volto, para adormecer,
Solta-se uma chispa no meu cérebro
Porque se cortou a corrente do dar por mim
E nessa bilionésima parte do segundo
Em que deixei de dar por mim
E que passei a não dar por mim,
O que se passou? O que se passou por mim?
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