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sábado, 5 de março de 2016

De desejos

Um tema interessante, penso eu, para um livro, seria a análise dos meus desejos. Não dos teus, dos dele ou dos dela, ou dos dum personagem criado e imaginado. Não, Apenas os dos meus. Julgo que será mais que uma revelação, mais que uma confissão, será talvez uma das melhores provas de isenção, de honestidade, de modéstia. De isenção por  revelar aquilo que  evito comunicar pelos comprometimentos que poderá envolver. De honestidade por não esquecer o que sempre estou colocando atrás do biombo da vergonha. De modéstia por usar todos os   nagalhos que me for possível para atar e por ao fumeiro todas as vaidades,  digerindo-as sem contemplações.

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Emoções e preguiça

Se as emoções matassem eu morreria todos os dias
A preguiça não consegue escrever
Com emoção não existe preguiça
E com preguiça nem damos por morrer

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Porque gosto

Porque gosto?
Porque sim.
Sem hesitar , sem condições, sem reticências.
Sem me importar com os azares que me sucedem, a mim
Nunca me faltando a paciência
Para esquadrinhar, da vida, o não e o sim
  

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Porque escrevo? Porque gosto.
Porque escrevo? Porque informo o que penso.
Porque escrevo? Porque é mais viver.
Porque escrevo? Porque assim não me esqueço
                            Porque logo me surge mais para dizer.
                            Porque é melhor que falar.
                            Porque vou encontrando o que esqueci.
                            Porque assim também me vou confessando

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Mas estou pensando matricular-me nesse curso, o da admiração.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Ainda não perdi a faculdade de me admirar.
Somos mal agradecidos. Louvamos tanta coisa, dizemos obrigado a pequenos favores, respondemos com juros a qualquer bem que  nos concedam, damos os bons dias a todos. Mas  ao Sol, a essa estrela que nos ilumina e nos dá calor suficiente para viver e energia para muito que necessitamos, a essa estrela raro agradecemos. Para muitos dos antigos, era o seu deus, era a entidade divina adorada acima de todas as coisas. Eu respeito o ser supremo, que comanda todo o universo e todas, as vidas do universo, incluindo nelas a vida do Sol. Mas também agradeço e respeito o Sol, de quem depende a minha vida e a dos que me são mais queridos. Dizem os sábios que o Sol ainda viverá muitos milhões de anos.
Oxalá sempre lhe agradeçam. Não sei se me ouvirá, Mas agradeço-lhe o que me dá.
Gratuitamente.