Ala! para Lisbos, para a casa de Fernando Pessoa. Para a nossa terceira aula, da Patricia Reis. sobre literatura, sobre coisas da vida dela, da vida de muitos dos que participam e se enriquecem ouvindo-a falar, conversar, provocar-nos, entreter-nos, fazer-nos pensar, partilhar aqueles bons momentos e sair de la´ surpresos e aborrecidos por a hora e meia ter decorrido em tao poucos minutos, como aconteceu nas duas aulas passadas.
O homem descobre tanta coisa inutil, quando descobrira´ o po´zinho que fara´ alongar o tempo agradavel?
comentários, poemas, situações e circunstâncias da vida, escrtos e da autoria do que escreve neste blog
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segunda-feira, 30 de maio de 2011
Uma surpresa agradavel, das mais agradaveis, quando outra pessoa nos fala recordando com carinho factos passados com os nossos pais, com os nossos avos, com os nossos amigos desaparecidos deste universo.
Encontrei ha´ poucos dias a Lucinda. Uma velhota que ha´ cincoentae oito anos cuidava da casa da minha Mae, na Praia da Rocha. Recordou muita coisa que eu ja´ esquecera. Mas o que mais me comoveu foi referir-me a alegria e a bondade permanentes da minha Mae, das cartas que lhe escrevia, perguntando por ela, pelo Jeronimo,o marido e pela pequena Maria da Gloria, sua filha.
"Ai minha senhora - dizia ela para a Mari, a minha esposa - nao imagina o que ela fez pela minha familia, ajudou-nos muito, tirou-nos da fabrica, ajudou-nos muito ate´ morrer!"
Pelo meio do quotidiano surgem estas surpresas agradaveis.
Encontrei ha´ poucos dias a Lucinda. Uma velhota que ha´ cincoentae oito anos cuidava da casa da minha Mae, na Praia da Rocha. Recordou muita coisa que eu ja´ esquecera. Mas o que mais me comoveu foi referir-me a alegria e a bondade permanentes da minha Mae, das cartas que lhe escrevia, perguntando por ela, pelo Jeronimo,o marido e pela pequena Maria da Gloria, sua filha.
"Ai minha senhora - dizia ela para a Mari, a minha esposa - nao imagina o que ela fez pela minha familia, ajudou-nos muito, tirou-nos da fabrica, ajudou-nos muito ate´ morrer!"
Pelo meio do quotidiano surgem estas surpresas agradaveis.
domingo, 29 de maio de 2011
Olho para o meu pulso
Vejo a pele
Entro, passo pelas celulas mortas e encontro as vivas
Entro numa
Atravesso o citoplasma, entro no nucleo
Atravesso mais plasma, entro num cromossoma
Mais plasma, grande actividade
Tudo se expande tudo se reproduz
Quantas que saiem,quantas que entram
Entro num quanta
Uma estrela ao longe
Tudo e´ espaço
Nada e´ tempo
Espaço/tempo, infinito.
Vejo a pele
Entro, passo pelas celulas mortas e encontro as vivas
Entro numa
Atravesso o citoplasma, entro no nucleo
Atravesso mais plasma, entro num cromossoma
Mais plasma, grande actividade
Tudo se expande tudo se reproduz
Quantas que saiem,quantas que entram
Entro num quanta
Uma estrela ao longe
Tudo e´ espaço
Nada e´ tempo
Espaço/tempo, infinito.
sábado, 28 de maio de 2011
quinta-feira, 26 de maio de 2011
"Corpo sem idade, mente sem tempo"
É um livro da vida, um livro maravilha. De Chopra.
Entre o muito que nos diz, aconselha-nos a irmos até aos quantas das nossas células, meditando. Mostra-nos como estamos ligados ao universo através dos fotões que emitimos e dos fotões que recebemos das estrelas e de todo o universo. Como abstrairmos do tempo, do espaço e dos preconceitos que teimamos em conservar sobre a vida, sobre a morte, sobre o tempo e sobre o espaço-tempo.
Uma criança pensa no tempo?
Entre o muito que nos diz, aconselha-nos a irmos até aos quantas das nossas células, meditando. Mostra-nos como estamos ligados ao universo através dos fotões que emitimos e dos fotões que recebemos das estrelas e de todo o universo. Como abstrairmos do tempo, do espaço e dos preconceitos que teimamos em conservar sobre a vida, sobre a morte, sobre o tempo e sobre o espaço-tempo.
Uma criança pensa no tempo?
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Despesa a menos é receita a menos
Li num jornal de hoje: "Despesa a menos é receita a menos, logo o defice fica igual" atribuindo a frase ao senhor José Pinto de Sousa ( a quem teimam só chamar José Sócrates, parece que querem que o senhor esqueça os seus apelidos).
E assim aprendemos mais um pouco de economia.
Só me fica uma dúvida: para onde foi a "receita a menos"?
E assim aprendemos mais um pouco de economia.
Só me fica uma dúvida: para onde foi a "receita a menos"?
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