Estamos a evitar a crise,estamos a evitar a crise,estamos aa evitar a crise , estamos?
Somos responsaveis, somos responsaveis, somos responsavfeis, somos?
Se nao nos apoiarem entraremos em crise profunda, senao nos apoiarem entraremos em crise profunda, se nao nos apoiarem entraremos em crise profunda, entraremos?
comentários, poemas, situações e circunstâncias da vida, escrtos e da autoria do que escreve neste blog
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quarta-feira, 16 de março de 2011
domingo, 13 de março de 2011
São alguns, não muitos
Tenho passado pelos meus 84 anos sem senti-los, sem revolta, sem preocupação. São alguns, não muitos.Há quem tenha passado muitos menos, 30 ou 40, e se sinta ferido pela sorte, pela vida ou por muita coisa que não sabe explicar. Um dos prazeres que frequento é o gosto de dar, de conceder algo de útil seja a quem for. Porque o faço com um sorriso que em 99,99% dos casos me é retribuido. Mas, não dou nenhum dos 84 nem algum dos primeiros, nem qualquer dos intermédios e muito menos um entre os últimos. Os parvos dirão sobre isto que é um contrasenso, os ignorantes abrir-se-ão em comentários frívolos, outros proferirão ironias sem graça, reveladoras de fraqueza. Ainda não são muitos,estes anos, estou tentando esquece-los, que interessa o número, que interessa a quantidade deles. Como todos os dias aprendo a viver melhor, sim , aprendo a viver melhor do que vivia ontem e do que vivia aos vinte anos, naquela inutilidade da maior parte do tempo que vivia então.Na menor parte desses tempos aprendi muito, o que mais me agradou, e que melhor recordo, foi o que aprendi quando tinha dois, tres ou poucos mais anos de vida. Após esta distância até hoje, a felicidade que sentia com os beijos da minha mãe quando se despedia de mim, na cama, antes de adormecer; o prazer de ver o meu pai, com as suas mãos fortes de marinheiro, imitar um aranhiço que me fazia cócegas, `a mesa, depois do jantar, ou o Vicente revirando as pálpebras dos olhos para, como ele dizia, imitar um fantasma e assustar a nova empregada doméstica da minha mãe. O cardiologista que consulto de 6 em 6 meses, ou que me esqueço de consultar, disse-me no passado julho que eu ainda serei contemplado com mais dezanove ou vinte anos de vida, discuti com ele essa questão de anos de vida, arrasei-o dizendo a coisa simples que mais vale um ano com saude, que vinte com achaques, a precisar de usar fraldas outra vez, dizer baboseiras, não ter forças para levar a colher de sopa à boca, etc.. E que portanto que o que eu queria era que o sr. doutor me informasse quantos tempo ainda terei sorrindo para a vida, para a família, para os filhos netos e bisnetos. Aí ele hesitou e começou com a lenga lenga do costume , que não se pode saber o que nos reserva o dia de amanhã, etc. No final eu respondi-lhe que se não fosse um bocadão mais optimista, perderia um cliente.
A felicidade nada tem a ver com a idade do bilhete de identidade. Tenho esperança, que os meus filhos mais velhos, uma cinquentona linda e um cinquentão inteligentíssiimo, se encontrem comigo quando forem da minha idade(não a do meu BI, informo os que necessitem de explicações). Também é para isso que desejamos, criamos e ajudamos as filhas e os filhos: àlém do prazer de ve-los crescer, da alegria que manifestam descobrindo o mundo em que cairam. Se tenho um neto com catorze anos e mais um palmo de altura do que eu, porque não hei-de acreditar no muito que os filhos , os netos e os bisnetos são capazes? Não temos de nos resignar com a vida que temos, nem pensamos nisso, para quê? só temos de alegrarmo-nos, de sorrir para o futuro, de recordar o bom passado nos momentos em que nos embrenhamos na meditação. Os mal agradecidos, revoltados, rancorosos pela vida que Deus lhes deu, param dentro dessa tristeza, resignam-se voltam-se para a noite mesmo que o dia esteja nascendo. Os que se felicitam pelo que Deus lhes deu,congratulam-se sem lançar foguetes, nem folclórios.
Sorriem. Deus sabe bem o que cada um sente.
A felicidade nada tem a ver com a idade do bilhete de identidade. Tenho esperança, que os meus filhos mais velhos, uma cinquentona linda e um cinquentão inteligentíssiimo, se encontrem comigo quando forem da minha idade(não a do meu BI, informo os que necessitem de explicações). Também é para isso que desejamos, criamos e ajudamos as filhas e os filhos: àlém do prazer de ve-los crescer, da alegria que manifestam descobrindo o mundo em que cairam. Se tenho um neto com catorze anos e mais um palmo de altura do que eu, porque não hei-de acreditar no muito que os filhos , os netos e os bisnetos são capazes? Não temos de nos resignar com a vida que temos, nem pensamos nisso, para quê? só temos de alegrarmo-nos, de sorrir para o futuro, de recordar o bom passado nos momentos em que nos embrenhamos na meditação. Os mal agradecidos, revoltados, rancorosos pela vida que Deus lhes deu, param dentro dessa tristeza, resignam-se voltam-se para a noite mesmo que o dia esteja nascendo. Os que se felicitam pelo que Deus lhes deu,congratulam-se sem lançar foguetes, nem folclórios.
Sorriem. Deus sabe bem o que cada um sente.
Vire.se para onde quizer
O pobre, se pessoa honesta, vire-se para que lado queira, nunca poderá agarrar a riqueza. Tal como jamais poderá prender a sua sombra, esteja onde estiver.
Exclamo,logo existo
Perdoem-me a irreverencia do titulo (e os defeitos de acentuaçao, problema deste computador). Parece existir a regra, na boa ortografia, de nao terminar uma frase exclamativa pespegando no texto mais que um ponto de exclamaçao. Para mim isto coonstitui uma amostra de avareza do autor da regra, pouca sensibilidade, menor riqueza de expressao. Eu pergunto: terminar uma frase com !!! nao e´ mais exclamativo que termina-la com um simplorio e unico ! ? Apenas um ! parece-me ridiculo, pouco expressivo, nada contundente, de caracter menor. Com dois !! a frase parece ter mais sentido, parece que arranha mais. Com tres !!! começa a ribombar, faz levantar a cabeça, menea-la de cima para baixo e para cima, enfronhando mais na leitura quem leu a frase anterior. Convenhamos que ha´ regras muito imperfeitas. Na vida e na ortografia.(Digamos que aqui faltarao uns tres ou quatro pontos de exclamaçao...).
sábado, 12 de março de 2011
Trechosdum livro celebre
Vale a pena transcrever os trechos seguintes: "A sociedade moderna ignora o individuo e so´ toma en consideraçao os seres humanos; cre na realidade dos Universais e trata-nos como abstraçoes. Foi a confusao dos conceitos do inividuo e do ser humano que a conduziu a um dos seus erros mais graves, a estandardizaçao dos homens. Se estes fossem todos identicos, seria possivel educa-los, faze-los viver e trabalhar em grandes rebanhos, tal como o gado. Mas cada um deles tem uma personalidade, e nao pode ser tratado como um simbolo. Como desde ha´ muito se sabe, a maior parte dos grandes homens foram educados quasi isoladamente, ou recusaram-se a entrar nos moldes da escola. Na verdade, a escola e´ indispensavel para os estudos tecnicos. Corresponde tambem `a necessidade que a criança tem, em certa medida, de estar em contacto com os seus semelhantes. Mas a educaçao deve ser orientada com uma atençao incessante; e so´ os pais lhe podem dar essa orientaçao. So´ estes ultimos, e especialmenta a mae, observaram desde a sua apariçao as particularidades mentais cuja orientaçao e´ o fim da educaçao. A sociedade moderna cometeu o grave erro de substituir, desde a mais tenra idade, o ensino familiar pela escola. E a isso foi obrigada pela traiçao das mulheres. Estas abandonam os filhos nos jardins da infancia para se ocuparem da sua profissao, das suas ambiçoes mundanas, dos seus prazeres sexuais, das suas fantasias literarias ou artisticas, ou simplesmente para jogar o bridge, ir ao cinema, perder o tempo numa azafamada ociosidade. Causaram assim a extinçao do grupo familiar, no qual a criança crescia no meio de adultos com quem muito aprendia. Os caezinhos criados em casa com animais da mesma idade sao menos desenvilvidos do que oa que andam em liberdade com os pais. A mesma diferença se encontra entre as crianças que se perdem entre muitas outras crianças e as que vivem com adultos inteligentes. As actividade fisiologicas, afectivas e mentais das crianças modelam-se facilmente pelas do seu meio. Assim as cianças pouco tem a receber das outras crianças da mesma ildade, e desenvolvem-se mal quando reduzidas a nao serem mais do que uma unidade numa escola. Para progredir, o individuo precisa duma solidao relativa e da atençao do pequeno grupo familiar.
E´ tambem devido `a ignorancia do individuo que a sociedade moderna atrofia os adultos. O homem nao suporta impunemente a forma de exlstencia e o trabalho uiforme e estupido imposto aos operarios das fabricas, aos empregados de escritorio, a todos aqueles que tem de assegurar a produçao em massa. O indiciduo encontra-se isolado e perdido na imensidade das cidades modernas.E´ uma abstracçao economica, uma cabeça de gado num rebanho. Perde a sua qualidade de individuo, deixa de ter responsabilidade e dignidade. Do meio da multidao emergem os ricos , os politicos poderosos, os bandidos de grande envergadura. Os outros sao apenas poeira anonima. O individuo conserva, pelo contario, a sua personalidade, quando faz parte dum grupo em que e´ conhecido duma aldeia, duma cidadezinha, onde a sua importancia relativa e´ maior, e dela pode esperar tornar-se por sua vez, cidadao influente. O desconhecimento teorico da individualidae provocou a sua desapareçao real.
Outro erro devido `a confusao dos conceitos do ser humano e do individuo, e´ a igualdade democratica. Este dogma essta hoje a desmoronar-se aos golpes da experiencia das naçoes. E´ portanto, inutil mostrar a sua falsidade. Mas devemos espantar-nos do seu demorado sucesso. Como pode a humanidade crer nele durante tanto tempo? Nao toma em conta a constituiçao do corpo e da consciencia. Nao convem ao facto concreto que e´ o individuo.E´ certo que os seres humanos sao iguais; mas nao o sao os individuos. A iguadade dos seus direitos e´ uma ilusao. O idiota e o homem de genio nao devem ser iguais perante a lei. O ser estupido, desprovido de inteligencia, incapaz de atençao, disperso, nao tem direito a uma educaçao superio. E´ absurdo dar-.he o mesmo poder eleitoral que ao individuo completamente desenvolvido. Os seres nao sao iguais, E´ muito perigoso desconhecer todas estas desigualdades, O principio denocratico contribuiu para a decadencia da civilizaçao, impedindo o desenvolvimento do escol. E´ evrdente que devem respeitar-se as desigualdade individuais. Na sociedade moderna, ha funçoes apropriadas aos grandes, aos pequenos, aos medios e aos inferiotes. mas e´ preciso que nao se procure formar os inividuos seperiores pelos mesmos processoa que os mediocres. A estandardizaçao dos seres humanos pelo ideal demcratico garantiu a predominancia dos fracos. Em todos os dominios, estes sao preferidos aos fortes; sao ajudados, protegidos e muitas vezes admirados. Sao igualmente os doentes, os criminosos e os loucos que atraem as simpatias do publico. O mito da igualdade, o amor do simbolo, o desdem pelo facto concreto, sao, em grande parte, culpados do decaimento do individuo. Dada a impossibilidade de elevar os inferiores, o unico meio de promover a igualdade entre os homens era traze-los todos ao mais baixo nivel. Desapareceu assim a força da personalidade."
Isto foi escrilto e publicado ha´ mais de setenta anos, peloDr.Alexis Carrel, no seu livro "O homem esse desconhecido".
So´ discordo quando se refere `a traiçao da mulher.
E´ tambem devido `a ignorancia do individuo que a sociedade moderna atrofia os adultos. O homem nao suporta impunemente a forma de exlstencia e o trabalho uiforme e estupido imposto aos operarios das fabricas, aos empregados de escritorio, a todos aqueles que tem de assegurar a produçao em massa. O indiciduo encontra-se isolado e perdido na imensidade das cidades modernas.E´ uma abstracçao economica, uma cabeça de gado num rebanho. Perde a sua qualidade de individuo, deixa de ter responsabilidade e dignidade. Do meio da multidao emergem os ricos , os politicos poderosos, os bandidos de grande envergadura. Os outros sao apenas poeira anonima. O individuo conserva, pelo contario, a sua personalidade, quando faz parte dum grupo em que e´ conhecido duma aldeia, duma cidadezinha, onde a sua importancia relativa e´ maior, e dela pode esperar tornar-se por sua vez, cidadao influente. O desconhecimento teorico da individualidae provocou a sua desapareçao real.
Outro erro devido `a confusao dos conceitos do ser humano e do individuo, e´ a igualdade democratica. Este dogma essta hoje a desmoronar-se aos golpes da experiencia das naçoes. E´ portanto, inutil mostrar a sua falsidade. Mas devemos espantar-nos do seu demorado sucesso. Como pode a humanidade crer nele durante tanto tempo? Nao toma em conta a constituiçao do corpo e da consciencia. Nao convem ao facto concreto que e´ o individuo.E´ certo que os seres humanos sao iguais; mas nao o sao os individuos. A iguadade dos seus direitos e´ uma ilusao. O idiota e o homem de genio nao devem ser iguais perante a lei. O ser estupido, desprovido de inteligencia, incapaz de atençao, disperso, nao tem direito a uma educaçao superio. E´ absurdo dar-.he o mesmo poder eleitoral que ao individuo completamente desenvolvido. Os seres nao sao iguais, E´ muito perigoso desconhecer todas estas desigualdades, O principio denocratico contribuiu para a decadencia da civilizaçao, impedindo o desenvolvimento do escol. E´ evrdente que devem respeitar-se as desigualdade individuais. Na sociedade moderna, ha funçoes apropriadas aos grandes, aos pequenos, aos medios e aos inferiotes. mas e´ preciso que nao se procure formar os inividuos seperiores pelos mesmos processoa que os mediocres. A estandardizaçao dos seres humanos pelo ideal demcratico garantiu a predominancia dos fracos. Em todos os dominios, estes sao preferidos aos fortes; sao ajudados, protegidos e muitas vezes admirados. Sao igualmente os doentes, os criminosos e os loucos que atraem as simpatias do publico. O mito da igualdade, o amor do simbolo, o desdem pelo facto concreto, sao, em grande parte, culpados do decaimento do individuo. Dada a impossibilidade de elevar os inferiores, o unico meio de promover a igualdade entre os homens era traze-los todos ao mais baixo nivel. Desapareceu assim a força da personalidade."
Isto foi escrilto e publicado ha´ mais de setenta anos, peloDr.Alexis Carrel, no seu livro "O homem esse desconhecido".
So´ discordo quando se refere `a traiçao da mulher.
E por muito eu cito
Por ,muito, muitissimo, eu cito: "Nunca se viveu tanto como quando se pensou muito" - de F.Pessoa no seu "Livro do desassossego".
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Ou fazem por parece-lo
Sucedem-se as tentativas dos nossos governantes para desviar as atenções dos problemas e da situação em que se encontra o nosso pais: nas finanças,na justiça, na educação, na dívida externa, no "deficit", e em mais que desconhecemos. Até há poouco tempo a história da troca de casas no Algarve, permitiu a alguns dos nossos conceituados plumitivos e entrevistadores das TVs arengar todo os dias lançando suspeições mais que aleivosas sobre o sr.Presidentre da República. A verdade soube-se e esses senhores perderam a inspiração, nem sequer houve um pouco de coragem e nobreza de uma palavra de esclarecimento para os que antes os escutaram ou leram. . Mas descobriram de imediato um ministro que lançou uma bomba entre as hostes socialistas, enaltecendo que a liberdade dentro do partido é uma joia de alto preço.
E vai tudo na conversa.
Ou fazem por parece-lo.
E vai tudo na conversa.
Ou fazem por parece-lo.
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