comentários, poemas, situações e circunstâncias da vida, escrtos e da autoria do que escreve neste blog
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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
António José Seguro no programa "Negócios da semana"
Vimos e ouvimos ontem, depois das 23 horas, António José Seguro sendo entrevistado no programa em epígrafe. Não sou filiado no partido socialista, nem nunca fui socialista. Mas gostei de ver o modo como António J. Seguro respondeu ao entrevistador, este como de costume sem reservas ou receio nas perguntas. As respostas, embora por vezes parecendo que Seguro as rodeava com frases fora do contexto das perguntas, as respostas deixaram-nos a ideia de que se trata de pessoa séria, persistente, estudioso dos assuntos que respeitam à administação do Estado. Preferimos que seja este o candidato dos socialistas às próximas eleições legislativas. Oxalá que quando for (suponho que o será brevemente) entrevistado no mesmo programa, Passos Coelho deixe, pelo menos, impressão semelhante.
Mas, se Seguro for eleito, que não necessite de muito tempo para se adaptar às realidade da governação do nosso país, o que será muito difícil. E oxalá que cumpra a palavra de que não faltará às promessas feitas em tempo eleitoral. Por enquanto são poucas, mas serão cada dia mais abundantes durante os próximos meses. Se o conseguir, terá um lugar na história de Portugal
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Sorte
"A sorte tem o hábito peculiar de favorecer aqueles que não dependem dela."- (de autor desconhecido.)
"A sorte respeita os valentes e oprime os covardes.A sorte nunca fez um homem sábio" - (Séneca)
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Um jornal diário portugues
Primeira página: foto dum autocarro destruido, muitos mortos, muitos feridos
Segunda página: luto noacional pelo acidente, luto na cidade donde eram naturais os acidentados
Terceira página: um anúncio duma bomba(automobilísitica)- anúncio duma marca.
Quarta página: centenas de mortos no brasil
Páginas seguintes: alguns artigos envergonhados sobre a política nacional com futurologia catastrófica.
E admiram-se de cada dia que passa venderem menos jornais !
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Ainda sobre o ensino
Nas gerações anteriores, onde se inclue a minha, raro o professor que se interessava por ensinar:
- a estudar
- a tirar o melhor partido do tempo da aula, ou seja, da lição do professor.
Ensinar a estudar deverá também contituir obrigação dos professores, nas primeiras aulas de cada fase do estudo, sendo complemento do despertar o interesse dos alunos pelas matérias. O uso das fichas a preencher durante as aulas, a consulta das matérias noutras fontes, isto é, o hábito da frequéncia das bibliotecas.
Tirar o melhor partido das aulas, outro complemento do despertar o interesse pelas matérias. E de forma que o aluno nas idades em que, em geral, tem memória suficiente para começar a fixar o que o professor diz, explica, demonstra. E que, se possível no mesmo dia, reveja a matéria dada, tire dúvidas com os colegas, com os pais, com os professores.
Para tudo isto, o mais importante, o ideal, é que haja curiosidade por parte de quem aprende, pelo que quer aprender. Ou seja, querer aprender sem que tal quem aprende, o aluno, não estude, não frequente as aulas, como uma obrigação, como coisa de que se quer ver livre o mais depressa possível. Era ou não era assim há alguns anos? Se ainda é assim, tentemos que seja diferente.
Para melhor. Para melhor para os alunos.
Programas de ensino e educação
Para todos os que comaçam a frequentar ums escola, desde a primária até à universitaria, deveria existir, no primeiro ano uma disciplina ou pelo menos uma introdução ao ensino cujos temas seriam: como despertar o interesse, a curiosidade dos alunos pelo conhecimento do que irão estudar, e como se deve estudar . Sempre verifiquei em toda a vida, que os melhores alunos, em qualquer disciplina, eram os que demonstravam mais interesse e curiosidade pelo que lhes ensinavam. E, para mim, a grande arte pedagógica dum professor e dos pais, é conseguir que os seus alunos e os seus filhos, sintam a mesma curiosidade pela matéria que irão aprender como sentem curiosidade por um brinquedo ou por qualquer objecto que lhes desperte a atenção.
Um bom professor deverá saber expòr as suas lições em linguagem simples, precisa e concisa. Mas é igualmente importante despertar nos seus alunos, curiosidade sobre o assunto que expõe. Com exemplos, uma ou outra anedota, uma referência ligada à vida de todos os dias. A história, como qualquer disciplina, deve ser contada com histórias interessantes, como fazia o professor Hermano Saraiva, cujos programas ensinaram milhares de pessoas muito da nossa história e que jamais haviam aprendido. Porque é que um tempo dum verbo se chama pretérito perfeito, muitos nem sabem o que significa "tempo" dum verbo, para que serve aprendê-lo.
Eu tive um professor de ciências fisico-químicas, no curso do liceu, que levou para uma aula um autoclismo, daqueles antigos com depósito lá em cima e cordão para fazer correr a água. E nunca mais esquecemos a diferença entre peso e pressão, que o professor quiz e conseguiu demonstrar. E a causa de termos bem aprendido a lição foi a curiosidade que nos despertou o aparato da demonstração, com o autoclismo a fundionar na aula.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Poema FIM
Terminei o poema, a inserir no meu próximo livro de versos.A sair em edição limitada, talvez na primavera.
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