Notícias corrosivas
A insistência que continuamos a ouvir e a ler dizendo que outro ou outros são maus, são fascistas, são contra o povo, revela uma paranoia, uma vontade obsessiva no sentido de demonstrar que eles é que são os bons, os únicos bons e que vão salvar o mundo. Essa insistência junto do povo simples e crédulo, gerando notícias nocivas, contribuiu no passado para muito sofrimento humano e perda de milhões de vidas - na Inquisição, na Alemanha de >Hitler, na Rússia de Estaline, na China de Mao.
Muitas vezes proferem ou proferiram coisas sensatas. Todavia, o fanatismo não os abandonou. Também Savonarola, Hitler, Stalin e Mao disseram algumas coisas sensatas.
comentários, poemas, situações e circunstâncias da vida, escrtos e da autoria do que escreve neste blog
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quarta-feira, 31 de outubro de 2018
terça-feira, 30 de outubro de 2018
Essas opiniões
Não sou, nem fui brasileiro. Não tenho, nem tive amigos brasileiros, Só estive no Brasil algumas horas, nas escalas de viagens que fia de avião quando por lá passei para ir ao Chile. Pelo que não conheço a mentalidade do povo brasileiro nem acho delicado falar do povo brasileiro ou de algum natural desse país. Dizer como por aqui tanto se apregoou na imprensa e na televisão oficial que temos, que Bolsonaro é isto ou aquilo, que é fascista ou pior,reflecte primeiro que quem o diz não sabe o que é o fascismo, depois que é uma leviandade maldosa porque não conhece o presidente eleito desse país. E também reflecte uma grande indelicadeza para com aíuele país, irmão nosso em muitas coisas - na língua, nalguns constumes, na afabilidade do trato.
Não sou, nem fui brasileiro. Não tenho, nem tive amigos brasileiros, Só estive no Brasil algumas horas, nas escalas de viagens que fia de avião quando por lá passei para ir ao Chile. Pelo que não conheço a mentalidade do povo brasileiro nem acho delicado falar do povo brasileiro ou de algum natural desse país. Dizer como por aqui tanto se apregoou na imprensa e na televisão oficial que temos, que Bolsonaro é isto ou aquilo, que é fascista ou pior,reflecte primeiro que quem o diz não sabe o que é o fascismo, depois que é uma leviandade maldosa porque não conhece o presidente eleito desse país. E também reflecte uma grande indelicadeza para com aíuele país, irmão nosso em muitas coisas - na língua, nalguns constumes, na afabilidade do trato.
segunda-feira, 29 de outubro de 2018
Ler, pensar, escrever
Uma irmã minha, de nome literário, Fernanda de Castro, disse:" Não leias muito para que os outros possam ler o que escreves". Uma hora de leitura por dia, são as necessárias para lermos cinquenta ou mais livros por ano. Que, lidos com interesse, sejam contos, romances, ensaios, poesia, biografias, análises psicológicas, sejam ainda simples glossários de ideias desenvolvidas. E escrever num desses ramos se para tanto chegue o nosso gosto e vontade.
Da formação mental que tivermos resulta um maior ou menor agrado por pensar, por ler e por escrever.
Uma irmã minha, de nome literário, Fernanda de Castro, disse:" Não leias muito para que os outros possam ler o que escreves". Uma hora de leitura por dia, são as necessárias para lermos cinquenta ou mais livros por ano. Que, lidos com interesse, sejam contos, romances, ensaios, poesia, biografias, análises psicológicas, sejam ainda simples glossários de ideias desenvolvidas. E escrever num desses ramos se para tanto chegue o nosso gosto e vontade.
Da formação mental que tivermos resulta um maior ou menor agrado por pensar, por ler e por escrever.
domingo, 28 de outubro de 2018
A importância do exemplo
O exemplo, nas relações com os filhos, com os amigos, com os alunos e mesmo com os estranhos, é muito importante. Com os filhos, muito mais que as reprimendas; com os amigos, muito mais que os conselhos; com os alunos muito mais que com as ameaças; com os estranhos muito mais que com a agressão.
As reprimendas, os conselhos, as ameaças e as agressões são manifestações negetivas do nosso ego, os exemplos expontâaneos são reflexos bondoso do caracter e da formação.
O exemplo, nas relações com os filhos, com os amigos, com os alunos e mesmo com os estranhos, é muito importante. Com os filhos, muito mais que as reprimendas; com os amigos, muito mais que os conselhos; com os alunos muito mais que com as ameaças; com os estranhos muito mais que com a agressão.
As reprimendas, os conselhos, as ameaças e as agressões são manifestações negetivas do nosso ego, os exemplos expontâaneos são reflexos bondoso do caracter e da formação.
sexta-feira, 26 de outubro de 2018
O que eu sinto sobre a democracia
Lendo hoje o I, um jornal que julgo exemplar porque nele leio artigos, como se costuma dizer, de todos os quadrantes políticos, li um artigo da senhora Joana Mortágua. Artigo que, para mim é um exemplo de jornalismo anti-democrático.
A partir do segundo capítulo começa a apelidar de fascista a um candidato às próximas eleições brasileiras, servindo-se de argumentos sem fundamento pela comparação com oque se passou no início ou nos primórdios do nazismo. continuando com os avanços implacáveis da extrema direita naquele país e terminando com uma conclusão, em jeito de conselho, induzindo-nos a conhecer o que faz chocar o ovo da serpente, ou seja, do fascismo.
É desta pseudodemocraccia que eu procuro afastar-me; da regra do "senão és dos meus, és dos maus".
Lendo hoje o I, um jornal que julgo exemplar porque nele leio artigos, como se costuma dizer, de todos os quadrantes políticos, li um artigo da senhora Joana Mortágua. Artigo que, para mim é um exemplo de jornalismo anti-democrático.
A partir do segundo capítulo começa a apelidar de fascista a um candidato às próximas eleições brasileiras, servindo-se de argumentos sem fundamento pela comparação com oque se passou no início ou nos primórdios do nazismo. continuando com os avanços implacáveis da extrema direita naquele país e terminando com uma conclusão, em jeito de conselho, induzindo-nos a conhecer o que faz chocar o ovo da serpente, ou seja, do fascismo.
É desta pseudodemocraccia que eu procuro afastar-me; da regra do "senão és dos meus, és dos maus".
quarta-feira, 24 de outubro de 2018
to
Essa minha insistência
Que voltou, de falar em dinheiro.
Espero que o que escrevo, nos bloga w no FB, fique por muitos anos à disposição dos seus leitores e que daqui a poucos anos, as mulheres e os homens comecem a discutir a forma de eliminar o dinheiro.,coisa desprezada por todas as religiões.
Jesus veio à Terra e aqui viveu sempre independente do dinheiro.
Não será necessário voltar ao sistema de trocas, como nos mercados antigos. Senão, vejamos:
1 - Se não passarmos uma considerável parte das nossas vidas, a acumular dinheiro e diversas riquezas, poderemos passar esse tempo e essas energias para produzir algo que necessitamos ou que outros necessitem.
2 - Se todos tivermos `á nossa disposição o que necessitamos para viver, incluindo algumas futilidades, não necessitamos de dinheiro.
3 - Tudo se resumirá, no consumo de tudo, a uma boa distribuição de tudo o que se produz. A mente evoluída desprezará todos os excessos.
4 - A mulher e o homem não necessitam de trabalhar mais de trinta horas por semana. Podendo dedicar à família e ao enriquecimento da mente pelo menos cinco a dez horas por dia em que trabalha a mais, na actualidade.
5 - È um contrassenso que, como sucede actualmente, tenhamos de trabalhar, 30, 35, 40 ou mais horas por semana. Para produziemos artigos, muitos deles em excesso e que raro servem para mais que para satisfazer a vaidade ou para outros fins menos convenientes.
6 - As bibliotecas deverão ser obrigatórias em todas as comunidades, bem como as salas de convívio e as de conferências
7 - As horas livres durante o dia serão ocupadas de acordo com a formação mental, numa forma progressiva de acordo como a formação mental for evoluindo em cada mulher e em cada homem e em toda a comunidade.
Haverá muito mais para definir e estabelecer num sistema de vida sem dinheiro que será progressivo, baseado na experiência, começando em comunidades pequenas.
As unidades industriais serão estabelecidas de forma concêntrica, de acordo com as necessidades e a procura.
As comunidades poderão viver sem dinheiro não pelo antigo sistema de trocas mas sim mercê da boa distribuição através de centros e postos de distribuição.
Os mercados antigos e lojas servirão para que toda a comunidade ali se abasteça do mais essencial e de algo excedentário.
Pensem um pouco sobre isto, Talvez aceitem que essa minha insistência tem razão.
terça-feira, 23 de outubro de 2018
Para onde vamos
Há pouco tempo um senhor que foi premio Nobel lançou a previsão do aparecimento duma nova raça humana muito diferente da actual.
A evolução da nossa espécie, quer no corpo, quer na mente, como em todas as outras espécies, tem sido lenta, tem levado milénios. Pelo que só acredito que uma nova espécie com as características principais da nossa, surgirá após uma ecolução de milhares de anos. Ou, tratando-se do aparecimento duma nova espécie, com outro nome, poderá dar-se mercê dum acidente ou cataclismo cósmico.
Todas as espécies que existem na actualidade na Terra, bem como todas as que desapareceram e as que vão desaparecendo, todas resultaram duma evolução lenta e a partir do primeiro ser vivo que surgiu na Terra. Mas ainda está por demonstrar que alguma espécie surgiu de aúbito, logo diferente de todas as que existiam no mesmo dia. Alterações meteorológicos, quedas de grandes meteoritos, terramotos ou outros grandes acidentes poderão ter extinguido algumas espécies como se supõe ter sucedido com os dinossáurios, nas não há prova nem noticia que tenham provocado, de repente, o surgir numa nova espécie.
Eu acredito que haverá uma evolução da espécie humana. No bom ou no mau sentido? é difícil de prever. No físico, a nossa espécie continuará a perder, lentamente, o que lhe é inútil, como os joanetes e o apêndice; na mente, dependerá do próprio homem a evolução. Jesus veio á Terra para nos ensinar o que devemos amar cá - Deus,a natureza, os nossos pais, os Deus,nossos descendentes - e o que devemos desprezar - a maldade, o dinheiro, os ódios.
E eu julgo que enquanto não desprezemos o dinheiro (além dos ódios e da maldade, claro), enquanto não consigamos caminhar no sentido de acabar com o dinheiro, não evoluiremos. Porque continuaremos a ambicionar riquezas - palácios, automóveis, ouros e pratas, atavios de luxo, etc.. Podemos viver bem felizes sem tudo isso, se a mente evoluir nesse sentido.
Fica tudo cá, quando nos finamos. Tal como tudo o que de bem fizemos.
Há pouco tempo um senhor que foi premio Nobel lançou a previsão do aparecimento duma nova raça humana muito diferente da actual.
A evolução da nossa espécie, quer no corpo, quer na mente, como em todas as outras espécies, tem sido lenta, tem levado milénios. Pelo que só acredito que uma nova espécie com as características principais da nossa, surgirá após uma ecolução de milhares de anos. Ou, tratando-se do aparecimento duma nova espécie, com outro nome, poderá dar-se mercê dum acidente ou cataclismo cósmico.
Todas as espécies que existem na actualidade na Terra, bem como todas as que desapareceram e as que vão desaparecendo, todas resultaram duma evolução lenta e a partir do primeiro ser vivo que surgiu na Terra. Mas ainda está por demonstrar que alguma espécie surgiu de aúbito, logo diferente de todas as que existiam no mesmo dia. Alterações meteorológicos, quedas de grandes meteoritos, terramotos ou outros grandes acidentes poderão ter extinguido algumas espécies como se supõe ter sucedido com os dinossáurios, nas não há prova nem noticia que tenham provocado, de repente, o surgir numa nova espécie.
Eu acredito que haverá uma evolução da espécie humana. No bom ou no mau sentido? é difícil de prever. No físico, a nossa espécie continuará a perder, lentamente, o que lhe é inútil, como os joanetes e o apêndice; na mente, dependerá do próprio homem a evolução. Jesus veio á Terra para nos ensinar o que devemos amar cá - Deus,a natureza, os nossos pais, os Deus,nossos descendentes - e o que devemos desprezar - a maldade, o dinheiro, os ódios.
E eu julgo que enquanto não desprezemos o dinheiro (além dos ódios e da maldade, claro), enquanto não consigamos caminhar no sentido de acabar com o dinheiro, não evoluiremos. Porque continuaremos a ambicionar riquezas - palácios, automóveis, ouros e pratas, atavios de luxo, etc.. Podemos viver bem felizes sem tudo isso, se a mente evoluir nesse sentido.
Fica tudo cá, quando nos finamos. Tal como tudo o que de bem fizemos.
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