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sábado, 31 de dezembro de 2016

    Entre os problemas e as ciências da célula, itaentretenho-me a escrever versos.
    Versos sem rima, reflectem liberdade.
     O acordo ortográfico é uma atentado à liberdade de milhões que amam a língua portuguesa.
Entre dois automóveis que por aqui passam, a minha amiga palmeirinha já chegou ao primeiro andar do prédio em frente. E agita as longas folhas recompostas, de contentamento por sentir que  o que escrevo  sobre ela.
      Hoje, 31 do doze do dezasseis, vai-se sumindo mais um ano. Ainda ninguém investigou para onde os anos desaparecem.
      A flexibilidade duma gerigonça iguala a relatividade duma coisa mansa. É como um calhambeque que é tão inutil como um pechisbeque. 
Em qualquer lugar se pode encontrar a sabedoria.
      A mulher e o homem, vestindo-se dos pés  à cabeça, num milhão de anos perderam quase todo o pelo, cabelo e juízo..
      Quase sempre, quem parte decidiu o destino e quem chega quase sempre sabe donde veio. Exceptuando as mulheres e os homens de menos de um ano de idade. Todavia, quando nascemos, nenhum de nós sabe de onde veio e durante a vida, para onde iremos quando a vida acabar.
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Alimentos das células - 4
O oxigénio que o sangue transporta, se for suficiente, chega às células de todos os organismos do corpo. As células utilizam-no para transformar os alimentos que recebem em energia - para se reproduzirem, para transmiti-la a todos os órgãos do corpo, que a necessitam para exercer as suas funções. Todas as células, todos os órgãos do corpo, necessitam de energia..
Dentro das células, o oxigénio entra em processo muito complicado de trocas, oxidando todos os compostos nutritivos auxiliados por processos enzimáticos muito complexos resultando na energia que todos os amimais, em particular os mamíferos, necessitam. Destas reacções, resultam anidrido carbónico e água que o sangue vai transportando até aos pulmões, onde são eliminados através da hematose e da expiração.
   Será portanto, de fácil compreensão, o resultado, o efeito quase imediato de qualquer produto tóxico que ingerimos na alimentação, ou que introduzimos nos pulmões pela inspiração.
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sexta-feira, 30 de dezembro de 2016


Um celibatário ´
Não é um salafrário
É um solitário
Que eu não invejo
Não sou celibatário
Casei, há pouco tempo,
Há umas dezenas de anos
Nunca me senti solitário
Nem que seja salafrário
Quando era celibatário
Nunca recebi salário
Nem me senti ordinário
Nessa outra condição
De não ser celibatário

Nunca me senti perdulário
Que tanto tu me tens dado
Dessa riqueza imensa
Que me enche o coração

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016


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Alimentar as células
Não  obteremos de imediato tudo o que a prática da boa respiração pode proporcionar. Os efeitos começarão a sentir-se alguns dias depois, Aqui valerá muito a força de vontade, a perseverança, a teimosia de cada um, para conseguir bons resultados.
No passeio diário devemos exercitar a respiração, insistir nela quando nos deitamos, o que contribuirá para mais depressa adormecermos. Reparem que durante um dia inspiramos e espiramos entre catorze e dezasseis mil vezes. Nada vos custará fazer exercícios de respiração, durante pelo menos meia hora por dia, inspirando e expirando cerca de vezes. Pensem que a recuperação da vossa capacidade pulmonar aumentará a vossa esperança de  vida, todos os vossos organismos do vosso corpo - bexiga, rins, pulmões, coração , pele, ossos, etc. - obterâo para as suas células um melhor abastecimento de oxigénio, (que foi, insensivelmente, diminuindo ao longo da vossa vida),   resultando no futuro, em menos achaques, menos doenças, menos torturas, menos idas ao médico, menos compras na farmácia.
E confirmem o que disse, perguntando ao vosso médico e consultando a internet.
Mas os vossos triliões de células necessitam de outros alimentos, e de água.
Continuaremos num dia próximo.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

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Os alimentos das células - 2
Não pretendo que o que estou escrevendo ou antes, digitalizando no computador, o que recordo sobre alimentos das células do corpo humano, seja um tratado exaustivo sobre o assunto. Estou expondo o que sei e que julgo que é importante para as nossas vidas na Terra. Apresentarei decerto muitas imprecisões, talvez alguns erros, (que muito apreciaria ver corrigidos pelos leitores). Todavia,
 o que me .importa e mais pretendo, é levantar a curiosidade, o interesse e a atenção dos que leem o que exponho para um assunto que julgo ser vital . Para mais precisão, para completar ou melhorar o conhecimento sobre o assunto, a ciência dispões de inúmeras publicações que, com facilidade poderão ser consultadas  em qualquer biblioteca. E mais, também apresento o que sei, no meu blog e no FB para, de vez em quando, o recordar. A memória de qualquer um de nós, é limitada e por vezes  avara em recordar o que queremos lembrar.
Continuemos o que ontem disse aqui.
Dado que todos podemos constatar que, com a idade, a pouco e pouco, com lentidão, vamos perdendo capacidade pulmonar, aos cinquenta, sessenta, mesmo aos oitenta ou noventa anos de vidas, é sempre boa altura para procurarmos inverter essa tendência, essa perda. E portanto, a prática de exercícios de respiração deverá passar a ser diária. Aumentando-os e praticando-os todos os dias, aproveitando os vossos passeios diários, os vossos tempos de meditação, os minutos antes de adormecer, os minutos depois de acordar, etc.. Inspirando e respirando.
Inspiração - a maior parte de todos nós observou um bébé ou uma criança, quando dorme de barriga voltada para cima. Notámos que, quando inspirava, elevava a barriga,. baixando-a quando expirava. Durante alguns minutos façamos o mesmo, várias vezes ao dia. Com um pouco de persistência, ao fim de alguns dias começaremos a notar que o fazemos automaticamente. E estaremos a aumentar a hematose (a absorção do oxigénio pelo sangue, nos pulmões) todos os dias e a aproximar-nos dos benefícios da respiração em grau mais próximo do que obtínhamos, muitos anos antes. Aparece mais cor na face, sentimo-nos melhor.
Amanhã continuaremos.

 
     
 

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

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Os alimentos das nossas células
     O corpo dum humano de estatura media, tem mais de três biliões de células. Cada uma delas, para sobreviver e reproduzir-se necessita de alimento, água e oxigénio. A carência de qualquer um destes três elementos traduz-se em consequências graves para as células, impedindo-as de bem exercer, no corpo e no órgão onde estão inseridas, a sua missão. E ao longo da vida do corpo, os hábitos, os costumes, as tradições, os vícios, as contrariedades e dificuldades, a pobreza e outros factores,  contribuem com frequência que algum ou alguns desses três elementos rareiem ou estejam ausentes na alimentação das células.
      O oxigénio é o elemento que, com a idade do corpo, mais vai rareando. , Um humano de vinte anos, que levou vida saudável, poderá, com facilidade ter pulmões com um volume total de cinco ou mais litros. O mesmo individuo, com oitenta anos e que continuou com vida saudável, terá menos de dois litros, se a sua actividade física for normal e se nada fizer para contrariar a perda de volume pulmonar. Que se constata porque, ao longo da vida, insensivelmente, centímetro cúbico a centímetro cúbico, diminuirá nesses sessenta anos de vida, a capacidade pulmonar para míais ou menos de metade e isso se não é fumador nem tem outros vícios prejudiciais para a saude, se não vive em ambientes poluídos, se faz todos os dias , um mínimo de exercício físico. Portanto, aos vinte anos de idade, o corpo inspira à volta de duzentos e quarenta litros de ar por minuto contendo cerca de quarenta e oito de oxigénio; e aos oitenta anos, de não mais de vinte e quatro litros de oxigénio.
    Muitas células, de diversos organismos, terão de sofrer. Poderá ser o fígado, o estômago ou outro, mas algum terá muitas células em dificuldades, algum apresentará, cedo ou tarde, alguma anomalis.
    Então, o que fazer?
    Amanhã responderei.
 

sábado, 24 de dezembro de 2016










Só
 O mar não é inimigo
O  não é inimigo dos barcos
É inimigo dos homens
Que vão nos barcos, a navegar,
E que deitam lixo no mar.
Mas os barcos não têm culpa
Do que os homens deitam no mar
A mulher, se deita algo no mar,
Só deita cinzas ou flores,
Para sentir ou celebrar
O que quer recordar
Porque sabe que o mar
As sempre guardará