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quinta-feira, 15 de setembro de 2016

 
Ver a vida que me resta
Sempre que passa o presente
É como espreitar pela fresta
Do que a memória consente
...
Nunca busco felicidade
Entre os cardos e os espinhos
Resta-me sempre a saudade
Dos alguns passados caminhos
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 



           
           

          Se caminho sem sentido
          Descuidando a oração
          Não dou o cuidado devido
          Aos clamores do coração 

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