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terça-feira, 23 de maio de 2017

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      Pouco me importa que os meus livros sofram de poucos leitores. Aliás as  suas edições - exceptuando a do " Sonho de sorte"(que me custou os olhonouts, o nariz e a face da cara) de poucas  dezenas de exemplares oferecidos para ornamentação, com as suas lombadas modestas, das prateleiras de amigos e familiares, todas, incluindo a que me custou os olhos da cara , etc.,foram pagas com o sacrificio dos cobtes da minha magra reforma. Ficarei muito mais contente se souber que uma neta, um neto ou uma bisneta ou um bisneto meu um dia exclame:
       -   Vi um livro do bisavô na prateleira do armário, cou começar a lê-lo.
    E igualmente contente ficaria se soubesse que alguma ideia, conselho., proposta contidas num deles, fosse aceite, propagada e utilizada.
    Quantos bi ou triliões de livros, escritos, não esquecendo catálogos, panfletos, prospectos, não surgiram no mundo depois de Gutenlberg lançar a imprensa, ou conservados  noutras formas de perpetuar a palavra, quanto tudo isso foi esquecido e deaproveitado para a felecidade do homem e da mulher, para a suavização dos instintos indesejáveis, para conselho da juventude, para inspiração das gerações actuais e futuras da espécie humana?
     A investigação, tantos passos gigantes percorrendo no último século e no que  decorre, decerto se debruçará sobre o meio de consercvar, do modo mais eficaz, tudo o que a mente humana vai descobrindo e oferecendo para o bem de todos, descobrindo a forma de evitar e anular os maiores males que assolam a humanidade.

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