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domingo, 21 de maio de 2017

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        Quem escreve, gosta, ama, por vezes adora os personagens que cria, estasia-se com as paisagens que inventa ou descreve, entusuasma-se com as situações que engendra. sEmbora por vezes sofra, se torture, se impaciente por não encontrar os termos mais apropriados, as expressões mais completas, as solucões mais adequadas, acimade tudo terá que se sentir insatisfeito com o que pespegue no texto.Preocupa-o a exactidão da forma, o interesse do conteúdo, o alcance das ideias. Encontra soluções para rudo, altera vidas, azeda caracteres, salva os herois, castiga os traidores, condena os malandros - como quase  sempre acontece nas novelas, nas representações teatrais, nos filmes de acção.
       Mas a habilidade, o talento maior, a argúcia mais contundente do autor dum livro, duma peça de teatro, do argumento dum filme, define-se pela intensidade que o leitores ou os espectadores entram na trama que o autor engendrou . O que se reflecte mos comentári os que ouvimos à saida dos teatros, dos cinemas ou, em casa, no fim do episódio da  telenovela.
      O autor é soberano, por vezes sente-se Deus, tem poder absoluto sobre os personagens, sobre tudo o que vai escrevendo, exaltanso os bons, a bondade, a liberdade, condenando os maus,  a malvadez, o despotismo.
      Ou ao contrário. Como lhe apetecer. e mais lhe agradar.

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