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segunda-feira, 13 de outubro de 2014

As minhas ausências

Surgiu-me um contratempo este meu amigo computador lento, teimoso, renitente, mas barato, eficaz e proveitoso, resolveu pedir-me para "iniciar a sessão". Depois de muitas tentativas falhadas, devido á minha imperícia - o que, devem todos concordar, é difícil de admitir - este computa( raio de nome)resolveu enviar um número de código para o telemóvel da minha adorada ( adorada por mim, pelos meus filhos, para a prole de descendentes e por alguns desconhecidos para mim desconhecidos). Ora aquele dito telemóvel, objeto que não é alvo do meu agrado, está por vezes em lugar desconhecido da sua possuidora, embora, como mulher sensata e de sorte manifesta ( salvo no euromilhões e ainda bem. Porquè? depois explicarei se a tanto " me ajudar o engenho e arte"), sempre acabe por encontra-lo, por vezes nos lugares mais recônditos( frigorífico, dentro duma gaveta mistério, namorando à janela) deste mundo que é a nossa casa, neste alfobre de felicidades que é o nosso lar, neste lugar privilegiado  que habitamos - gostamos de viajar, entre outras razões por nos agradar imenso quando aqui regressamos e entramos. Por isso nos passados dois dias e por outras razões  que o orgulho me impede de confessar, não apontei mensagens.
Vou redimir-me, hoje escreverei três, se o sono não me invadir, como desculpa.

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