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sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Vivemos tempos de preocupações, de incertezas, de egoísmos. De preocupações, como sempre, de incertezas pelo como governamos o país, de egoísmos, por não nos lembrarmos dos que nos seguirão, das nossas descendentes e dos descendentes dos nossos amigos.
As preocupações são conhecidas e sentidas por todos. Do emprego, da saúde, do ensino.
As incertezas só não assaltam os pobres de espírito.
Os egoísmos, o principal dos quais é a insensibilidade pela poluição, pela distribuição da massa verde no planeta, pelo aumento da pobreza.
Li algures, não sei, não me lembro se o que li tem fundamento sério: que a produção de oxigénio, pela massa verde do planeta, por outras fontes menos importantes, que essa produção é inferior ao consumo. Se não houver, no futuro próximo uma severa restrição, qualquer dia sentiremos a falta de oxigénio, no ar, para respirarmos. E o que é igualmente grave, será cada dia mais difícil repor o equilíbrio antes existente. A massa verde da Terra, tem diminuído de modo assustador, pelo corte sem reposição, da floresta e de toda a cobertura vegetal do planeta onde vivemos. E o consumo pelos transportes terrestres, marítimo e aéreo, aumenta ano a ano de forma preocupante. Basta lembrar que um avião transportando trezentos a quatrocentos passageiros, gasta de Londres a NovaYork cerca de trinta toneladas de oxigénio. E andam de permanentemente cinco a seis mil aviões de transporte de mercadorias e passageiros sulcando a atmosfera terrestre. E andam sulcando os mares centenas de navios de transporte de mercadorias e passageiros, e andam durante o dia, algumas centenas de milhões de automóveis, autocarros," camions" de transporte de mercadorias e outros veículos poluidores da atmostera.
Contra essa poluição vemos surgirem pequenas tentativas de mudança, combatidas com imensa ferocidade.
Assuntos que requerem mais atenção.

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