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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Alzheimer

    Não sou médico.Mas do que que tenho lido e ouvido sobre essa enfermidade ainda não vi notícia ou artigo que a encare sob um ângulo diferente.
     Os sintomas estão bastante definidos embora parece-me que ainda falta descobrir alguns. P.ex.como se diagnostica a diferença de duração da enfermidade ? um padecente de Alzheimer pode sobreviver,dois ou três até quinze anos,ou talvez mais.Um amigo meu não resistiu pouco mais que dois anos. Outro,há mais de quinze dez anos apresentou os primeiros sintomas e ainda resiste. Não sei se a genética ou alguns exames ao sangue ou ao cérebro podem definir esse tempo, talvez até defini-lo seja um gesto pouco humanitário e discutível.Há diferenças marcadas com a demência senil mas a perda de faculdades mentais é semelhante : perdas de memória,incapacidades diversas da mente.E ambas as enfermidades terminam de forma semelhante, estado terminal numa vida vegetativa sem prazo,o cérebro reduzido à sua expressão mais simples : controle básico do coração e das actividades respiratória e digestiva.
Refiro tudo isto porque tenho interesse em saber como vai progredindo a investigação neste domínio, se há alguma esperança. Li por exemplo que o café pode ser um bom antídoto para essa doença degenerativa.
        A investigação sobre todo o corpo humano tem progredido imenso nos últimos anos. Nos últimos cinquenta anos a esperança de vida subiu mais de vinte, em muitos países, Portugal incluído.   
       A medicina, nos diagnósticos, nas especialidades, na investigação, nas técnicas e nos sucessos, deu passos de gigante. E devemos afirmar que muito lhe devemos e que por vezes se ouvem ou se lêem acusações muito injustas. Dos que, por vezes e  pouco mais tarde, vêem a sua estadia na vida prolongada devido aos cuidados médicos e hospitalares. Seria curioso e instrutivo saber quantos doentes,depois de curados, agradecem aos que contribuirão para a sua cura.
       O ângulo diferente deveria ser uma maior,mais aprofundada investigação sobre a protecção do cérebro a partir dos quarenta anos de idade ou talvez até menos. Poderia começar por um inquérito às famílias, em particular aos seus membros de mais de quarenta anos : os hábitos,a actividade mental e física,a alimentação,as maiores carências,os excessos.
       É provável,oxalá que isto e muito mais já esteja a ser feito.
       Mas se alguém quiser ajudar-me nesta cruzada,informem-me e desculpem a opinião e este arrazoado de um leigo.  
            .

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