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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Eu bem tento libertar-me

Eu bem tento libertar-me
Desse algoz mau companheiro,
Por mais que o queira evitar
Sou escravo do dinheiro.

Mais de vinte séculos passados
Desde que no oriente o criaram
Moedas em ferro e bronze cunhadas
Mais tarde em prata e ouro se moldaram.

Provoca guerras, conflitos,
A todos os povos engana
Cada dia há mais aflitos
Que viver sem ele não sabem.

Toda a humanidade se resigna
Ao roubo que o dinheiro representa:
Aumenta a inflação, ninguem ensina
Que é pobreza sempre crescente.

Mas o que é muito mais grave:
Ninguem se atreve a falar,
A discutir e propor
O modo de ele acabar.

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